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sexta-feira, 7 de junho de 2013

A vida é muito para ser insignificante - Charles Chaplin

Já perdoei erros quase imperdoáveis,
Tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
Já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também já decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
Já dei risada quando não podia,
Já fiz amigos eternos,
Já amei e fui amado, mas também já fui rejeitado,
Já fui amado e não soube amar.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
Já vivi de amor e fiz juras eternas, mas "quebrei a cara" muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
Já liguei só pra escutar uma voz,
Já me apaixonei por um sorriso,

Já pensei que fosse morrer de tanta saudade e......tive medo de perder alguém especial
(e acabei perdendo) Mas sobrevivi!

E ainda vivo!
Não passo pela vida...
e você também não deveria passar. Viva!

Bom mesmo é ir a luta com determinação,
Abraçar a vida e viver com paixão,
Perder com classe e vencer com ousadia,
Porque o mundo pertence a quem se atreve
e A VIDA É MUITO para ser insignificante"

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

O pescador

Narra uma lenda chinesa que, às margens de imenso rio, vivia um pescador muito pobre. Mal o rosto dourado da manhã se abria em sorrisos e as mãos brincalhonas da brisa matinal começavam a espalhar perfumes, ele se levantava e seguia para o rio. As aves voavam alegres pelos ramos das árvores, em gorjeios maviosos. Mas nada disso animava Vicente, o pescador. Ele andava lento, depois de se levantar com preguiça. Tomava o café matinal sem prestar atenção ao pão que fora servido, com carinho. Com má vontade, naquela manhã, como em tantas outras, ele pegou suas redes de pesca, os apetrechos necessários e foi para o barco. O dia prometia ser maravilhoso. A mãe natureza se esmerava em preparar um detalhe diferente, para que a reprise do dia anterior não fosse total. Um detalhe, afinal, é sempre muito importante. Mas Vicente nada via. Foi resmungando para o barco. Sentou-se meio a contragosto, sempre reclamando e sentiu alguma coisa no chão. Sem olhar, apalpou com a mão direita. Encontrou uma sacolinha com pedras miúdas. Distraído, sem ânimo para iniciar o trabalho da pesca, começou a jogar as pequenas pedras no rio, aguardando a chegada do sol. Jogou uma a uma, divertindo-se com as ondulações que se desenhavam na superfície das águas. Finalmente, o sol apareceu soberano, rasgando a escuridão da noite, com o seu punhal de luz. Agora havia calor e muita luminosidade. O novo dia abriu seu manto de belezas para que todos o pudessem apreciar. Vicente, ao pegar a última pedra, verificou que ela cintilava, refletindo os raios do sol. Examinando melhor, percebeu que se tratava de um diamante, explodindo claridade e beleza. Levantou-se depressa e sacudiu a sacolinha. Estava vazia. Dando-se conta que jogara no rio uma imensa riqueza, Vicente se pôs a gritar, esbravejar, acusando todas as pessoas e o mundo por sua desgraça. Sentia-se infeliz e amargurado. Perdera um grande tesouro. Jogara tudo no rio. E, enquanto gritava e se desesperava, nem se deu conta de que ainda possuía nas mãos a última pedra preciosa.




 * * *


Se você acordou esta manhã com mais saúde do que doença, você é mais abençoado do que o milhão que não sobreviverá esta semana. Se você nunca passou pelo perigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia de uma tortura, ou as aflições da fome, você está à frente de quinhentos milhões de pessoas no mundo. Se você tem a ventura de frequentar um templo religioso, de seguir uma religião sem o medo de ser preso, torturado ou morto, você é mais abençoado do que três bilhões de pessoas no mundo. Se você tem comida na geladeira, roupas no corpo, um telhado sobre a cabeça e um lugar para dormir, você é mais rico do que setenta e cinco por cento das pessoas do mundo. Por tudo isso, não se esqueça de agradecer a Deus a oportunidade da vida, da saúde, da liberdade e de todas as outras bênçãos de que você desfruta.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Uma proposta

Acabo de ler um livro muito interessante. O personagem principal do livro por mais que as dificudades apareciam ele fazia apenas o bem, a coisa certa. E por mais que as coisas ruins acontecesse, sempre aconteciam coisas boas na vida dele. E eu fiquei pensando...porque não tentar. Porque não tentar só fazer as coisas certas, as coisas boas. Sabe quando a sua conciência alerta que você está fazendo coisa errada. Vamos obedecela.
As vezes é bem dificil. As vezes o mundo não aceita que você fassa a coisa certa. As vezes te julgam de bobo.
Mas existe as recompensas. E no livro que eu li mostrou isso. Então eu proponho. Vamos todos tentar. Vamos parar de dizer: - Eu não sou perfeito. Eu também não sou. Mas que tal tentar ser?
Por saber que nunca vai conseguir, você desistirá, se a grande recompensa é em tentar? E que recompensa é essa? Além de uma conciência tranquila e uma boa noite de sono... E quando você planta, você colhe as coisas boas.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Julgar as coisas certas

As vezes agente fala tanto de uma pessoa, e nem sabe quem é ela de verdade. Nem sabe o que de verdade passa dentro da cabeça dessa pessoa. Você não está lá, do outro lado, para saber o que está acontecendo com ela. E sabemos apenas julgar suas atitudes. Dizer que estão certas ou erradas. Devemos nos julgar. Devemos ver o que nós fazemos. E nos ajustar. A necessidade de julgar os outros existe, a necessidade de falar mau dos outros existe. Então vamos assistir novela gente! Vamos julgar as atitudes daqueles personagens. Falar deles. Vamos falar da única maldade verdadeira. Da vilã da novela. Da única pessoa pura e simples verdadeiramente, a mocinha da novela. O única cara que não tem medo de nada e é honrado verdadeiramente. O mocinho. É melhor fazerem um clube do livro. Tem tantos romances tão empolgantes. Se eu fosse um ditador, eu ordenaria que todas as redes de televisões pagas ou não ficassem por um hora fora do ar e proporiam um livro para todos lessem. Acho que eles fazem isso de vez enquando no horario politico. Mas sem propror o livro para ler. Não que horario politico não seja importante. Poderia ser mais importante se em vez de um horario feito pelos politicos fosse um documentário feito por reporteres falando dos fatos da vida de cada politico, falando das coisas ruins e boas. Ai também está algo que o povo deve julgar, mas não está nem ai. No horário politico não tem a vida dos politicos verdadeiramente, mas tem na internet. Se bem que quando eu votei da primeira vez eu pesquisei e não adiantou muito. Acho que tem que ser muito de sorte e pesquisar nos sites certos. O que importa é que tem tanta coisas para agente julgar, queremos julgar logo as pessoas proximas a nós. Devemos largar de falar mau e julgar as pessoas.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Linhas retas de Deus


Deus escreve certo por linhas tortas?
Ou será que nossa visão seja torta ao olhar as linhas retas de Deus?
Será mesmo que entendemos cada vontade do Senhor?
Será que sabemos de verdade aonde vamos, de onde vinhemos?
De um paraiso utopico cheio de coisas lindas, ou um lugar terrível onde o mau reina?
Será de verdade que é essa a vontade do Senhor?
Talvez eu devesse conseguir terminar de ler a Biblia para falar nisso. Mas estando lendo Jó muita gente pensa que Deus queria testar a fé de Jó.
Parece que Ele queria brincar com Jó. Apostar com o Diabo. Deus? O ser mais bondoso do universo, que sabe tudo, que está em todos os lugares,que tem todo poder do mundo, fazendo aposta? Brincando com a dor dos outros?
Eu acho que não.
Eu acho de verdade que Deus queria ensinar a Jó algo. Ensinar algo que só quando Jó solbe o que era, ele parou de sofrer... eu não cheguei ainda na parte que ele para de sofrer. Mas acho que é isso.
Devemos aprender com o sofrimento. E só quando aprendemos que paramos de sofrer. Nem sempre porque o fato que ocorreu deixa de existir milagrosamente, mas só do fato de que entendemos que não precisamos mais sofrer por causa daquilo.
Nos escolhemos sofrer. Nos damos base para o nosso proprio sofrimento, por ignorancia.
Ignoramos o fato que Deus é eternamente bom, onipresente, oniciênte e onipotente e que ele jamais iria querer ver nossa vida torta. Nosso olhar que olha torto para a linha reta de Deus.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Não quero viver numa novela do sbt


Cansei de chorar. De tentar fazer minha vida ser uma triste novela do sbt, com vilões terriveis, mocinhas puras e mocinhos corajosos.
A vida não é assim. Ela foi feita para ser vivida. Ser feliz.
Agente fantasia tanto. E sofre tanto por isso.
Quem foi que inventou que temos que ficar tristes ou nervosos com alguém que falar uma palavra que não nos agradou?
Quem disse que devemos ficar calados quando estamos certos de que estamos certos, mesmo que estamos errados?
Quem disse que não podemos mudar de opnião? Pedir desculpas? Perdoar? Esquecer?
Quem disse que devemos ficar remoendo as coisas tristes para termos uma cena melodramatica quando estavamos sozinhos no quarto.
Quem disse que não podemos ter nossas escolhas...porque é errado ou certo...
Quem definiu o certo ou errado?
Quem que estabeleceu essas leis idiotas que o mundo é governado? Aguinaldo Silva?
Iris Abravanel?
Porque devemos odiar a todos  e amar a um só?
Porque não podemos amar a todos não odiar ninguém?
Porque tem que existir um vilão?
Porque devemos julgar os outros? Porque não julgamos nós mesmos. Nossas atitudes.
Porque não perguntamos a nos mesmos? É certo o que eu fiz?
Quando vamos encarar que os verdadeiros vilões está dentro de nós mesmos. Acumulado em nossos corações... sem perdão... sem amor...
Eu culpo a maioria das novelas que sempre colocam uma pessoa tão malvada, tão horrenda, sem coração...
Não digo que não exista. Existe pessoas assim mesmo. Mais o maior mau que essas pessoas calsam é fazer com que as pessoas boas tenha esse sentimento.
E então se agente parar de sentir isso. Essas pessoas vão largar de fazer essa maldade tão grande.
O maior mau que nos é atingido é feito por nós mesmos.
Um dia quero dizer que não julgo ninguém. Acho que quando todos conseguirem fazer isso é que todos conseguiram falar:
"Somos felizes para sempre."
Um mundo onde ninguém julga ninguém. Onde tudo é conversado. Tudo é entendido da forma que a pessoa sente.
Onde cada um se colocasse no lugar do outro.