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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Um filme que me ensinou a não julgar as atitudes erradas




As vezes agente fica com tanta raiva de pessoas que tem uma ignorância por algum assunto e acabam tendo um pré-conceito sobre esses assuntos que elas não entendem, e nem querem entender.
Eu acho tão difícil eu julgar um assunto que não conheço.
E o pior que tem pessoas que demonstram ser tão inteligentes mas acabam falando coisas sem pensar primeiro. Coisas que até eu que não sou grande pensador, penso primeiro antes de falar, de julgar.
Penso que cada pessoa tem seu direito de fazer o que quer, mas seu limite termina quando começa o do outro. Mas muitos pensam que a pessoa está invadindo seus limites quando não estão.
Mas o que é certo? O que é errado?


Ontem eu vi um filme chamado "O dilema". É um filme que fala de um casal de amigos. E um dos homens descobre que a mulher de seu amigo está traindo ele.



O rapaz fica maluco e tudo para contar para o melhor amigo. Mas ai ele não tem coragem. E o que ele faz?
Ele vai até a Winona Ryder e fala para ela que viu ela com outro cara que não é o seu melhor amigo. 

O Dilema : foto Kevin James, Vince Vaughn

Ela então lhe conta que começou a sair com outro porque o marido frequenta uma casa de massagens e faz algo além de massagem naquele lugar. 
O amigo então segue ele e percebe que de verdade ele fazia isso. 
E eu pensei: O que eu faria nessa situação?
Eu a primeira coisa que eu ia ver é que julgar a mulher por uma traição foi errado. Que não era eu que deveria saber se ela está errada ou não. E deveria deixar ela viver a vida dela. E meu amigo a dele. Lógico. Tentaria dar conselhos para ajuda-los. No caso daria conselhos para meu amigo dar mais importancia para o relacionamento dele e largar de ir nesses tipos de lugar. É logico sem mencionar que vi ele numa casa de massagem. 
Mas não o cara faz é perseguir a mulher de seu melhor amigo até ela contar na frente de todos que traia o marido. E o amigo dele? Como que ficou? Falou de suas idas a lugares que não deveria? Não. Ele julgou a mulher... na verdade todos julgaram a Winona Ryder e o amigo saiu de boa. 

O Dilema : foto Kevin James

Quero dizer que ele não precisava receber um castigo. Mas esse filme deveria ter um ensinamento de não julgar os outros pelas suas atitudes.  Mas não. Não teve nada. 
O cara ficou sozinho e feliz porque acertou uma bola de roquei num buraco. 
Mas vendo pelo lado bom desse filme me ensinou algo muito sério. Que eu pelo menos vi que não devo julgar as atitudes dos outros sendo errada ou certa. Porque sempre tem algo por trás. Ninguém sabe tudo que acontece na vida da outra pessoa. E não podemos falar se ela é certa ou errada, porque não sabemos como agiríamos na situação dessa pessoa. 
É... então não posso julgar a atitude que o personagem principal teve em julgar as atitudes da Winona Ryder. Porque é meu melhor amigo que foi traído. As vezes, na situação do personagem principal da história também opacaria o mau que ele fazia para ver só o mau que a esposa dele faz. 
É tão complicado julgar não é? Agente não sabe como agiria na situação de quem estamos julgando.

O Dilema : foto

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Palavras que muitos precisavam ouvir!




Eu acho errado essa campanha. Apesar do Renato Aragão tristemente ter criado esse roteiro tão complicado. Das duas uma, ou ele queria criar muita polemica no nome dele que estava um pouco apagado da mídia, ou foi de uma inocência, para não dizer outra palavra, de sitar um tema que ele, de verdade já não era a melhor pessoa para falar disso. Mas apesar dessa trapalhada do Renato Aragão. Não podemos por causa dessa inocência ou ousadia destruir as memoráveis tardes de domingos ou sábados, que riamos das piadas dos trapalhões. Acho um exagero terrível essa campanha. E pela criança que você era a uns vinte, trinta, ou dez anos atrás não espalhe essa campanha mais.
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O humorista Renato Aragão vem através de seu blog oficial esclarecer a polêmica em torno do titulo do filme “O segundo filho de Deus” que segundo o ator tinha escrito o roteiro provisório com este titulo, mas já mudou para o “O Segredo da Luz”, Confira e comente… Após o colunista da Veja Lauro Jardim noticiar o título do próximo filme e também o orçamento envolvido na produção do humorista Renato Aragão, causou um certo desconforto dentro do meio cristão evangélico e católico pela sugestão do nome do filme “O segundo filho de Deus”, pois para os cristãos crentes em Jesus, Ele é um só e voltará como prometido para arrebatar a igreja que O aceita ou aceitou como Filho de Deus (João 1 vs 12) e O declara através do crer em seu Nome que Ele é o único e suficiente salvador de sua vida. Diante desta polêmica formada em torno da noticia, que o próprio Renato confirma em seu esclarecimento, que realmente tinha escrito o roteiro provisório com o titulo “O segundo filho de Deus”, mas que já trocou o nome para “O Segredo da Luz”. No texto o ator esclarece que é católico e temente a Deus. Confira parte do post original do blog, onde o ator e comediante Renato Aragão faz esclarecimento sobre a polêmica em torno do título do filme e comente… LEIA:

 “Minha empresa já produziu mais de 45 filmes, todos voltados para o entretenimento da família brasileira, respeitando nossos valores e nossa cultura. Sou católico e temente a Deus. Jamais abriria mão de minha fé incondicional em Jesus, o Filho Único de Deus. Gostaria, entretanto de relembrar que fé e ficção são áreas completamente distintas, mas que sempre despertaram polêmicas, desde Milton, em “Paraíso Perdido” até José Saramago em seu “Evangelho Segundo Jesus Cristo”. Mesmo estes gênios literários e suas polêmicas obras não foram capazes de rebaixar a Bíblia e as histórias de vida ali contidas a meros personagens de obras literárias ou de ficção. Por que digo isto, porque realmente escrevi um roteiro provisoriamente intitulado “O Segundo Filho de Deus”, obra de ficção com registro público na Biblioteca Nacional, a qual vem sendo deturpada, dizendo inclusive que eu teria a pretensão de ser o “novo” Jesus!, ABSURDO. O Didi é um grande atrapalhado, e em todos os filmes essa será sempre sua característica. Só para esclarecer, este roteiro inclusive já teve o título alterado para “O Segredo da Luz” e não há previsão para sua realização. Acredito que estas pessoas, que nem sequer tiveram acesso à obra, querem apenas incitar os incautos a juntarem-se a eles nesta invejosa empreitada de denegrir meu nome e desacreditar uma campanha séria que já comprovou sua atuação e eficácia em 27 anos de resultados positivos. Registro que nestes 27 anos isso sempre acontece… infelizmente. Amigos, desculpem-me pelo desabafo. Mas há horas em que precisamos alçar a voz e proclamar a verdade, principalmente quando o alvo das mentiras passa a ser aquilo que mais prezamos: nossa família e nossa fé.” Mais uma vez, obrigado pelo apoio. Renato (Didi) Aragão.


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

O pescador

Narra uma lenda chinesa que, às margens de imenso rio, vivia um pescador muito pobre. Mal o rosto dourado da manhã se abria em sorrisos e as mãos brincalhonas da brisa matinal começavam a espalhar perfumes, ele se levantava e seguia para o rio. As aves voavam alegres pelos ramos das árvores, em gorjeios maviosos. Mas nada disso animava Vicente, o pescador. Ele andava lento, depois de se levantar com preguiça. Tomava o café matinal sem prestar atenção ao pão que fora servido, com carinho. Com má vontade, naquela manhã, como em tantas outras, ele pegou suas redes de pesca, os apetrechos necessários e foi para o barco. O dia prometia ser maravilhoso. A mãe natureza se esmerava em preparar um detalhe diferente, para que a reprise do dia anterior não fosse total. Um detalhe, afinal, é sempre muito importante. Mas Vicente nada via. Foi resmungando para o barco. Sentou-se meio a contragosto, sempre reclamando e sentiu alguma coisa no chão. Sem olhar, apalpou com a mão direita. Encontrou uma sacolinha com pedras miúdas. Distraído, sem ânimo para iniciar o trabalho da pesca, começou a jogar as pequenas pedras no rio, aguardando a chegada do sol. Jogou uma a uma, divertindo-se com as ondulações que se desenhavam na superfície das águas. Finalmente, o sol apareceu soberano, rasgando a escuridão da noite, com o seu punhal de luz. Agora havia calor e muita luminosidade. O novo dia abriu seu manto de belezas para que todos o pudessem apreciar. Vicente, ao pegar a última pedra, verificou que ela cintilava, refletindo os raios do sol. Examinando melhor, percebeu que se tratava de um diamante, explodindo claridade e beleza. Levantou-se depressa e sacudiu a sacolinha. Estava vazia. Dando-se conta que jogara no rio uma imensa riqueza, Vicente se pôs a gritar, esbravejar, acusando todas as pessoas e o mundo por sua desgraça. Sentia-se infeliz e amargurado. Perdera um grande tesouro. Jogara tudo no rio. E, enquanto gritava e se desesperava, nem se deu conta de que ainda possuía nas mãos a última pedra preciosa.




 * * *


Se você acordou esta manhã com mais saúde do que doença, você é mais abençoado do que o milhão que não sobreviverá esta semana. Se você nunca passou pelo perigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia de uma tortura, ou as aflições da fome, você está à frente de quinhentos milhões de pessoas no mundo. Se você tem a ventura de frequentar um templo religioso, de seguir uma religião sem o medo de ser preso, torturado ou morto, você é mais abençoado do que três bilhões de pessoas no mundo. Se você tem comida na geladeira, roupas no corpo, um telhado sobre a cabeça e um lugar para dormir, você é mais rico do que setenta e cinco por cento das pessoas do mundo. Por tudo isso, não se esqueça de agradecer a Deus a oportunidade da vida, da saúde, da liberdade e de todas as outras bênçãos de que você desfruta.

Alguns conselhos bons de blogs amigos


Esse foi tirado de Um sábado qualquer.



Essa foi tirado do blog da Thais. Vida Organizada. 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Siga o menu da vida


A ilusão as vezes faz agente sofrer tanto. Mas como não ter ilusão? O que é ilusão?
As vezes agente cai na ilusão de que está fazendo as coisas certas...Mas derrepente você acorda e vê que  as coisas não são como agente pensa.
Eu acho que o que pode acabar com a ilusão é em toda situação que você estiver você tentar pensar no se...
E se essa pessoa não ser tão boazinha assim... ou mauvada assim...
E se esse meu amigo estiver mentindo para mim...
E se essa pessoa que considero meu inimigo mortal não estiver fazendo isso só para me magoar...
E se essa pessoas estiver se protegendo de algo?
E se essa pessoa estiver passando dos limites?
Que limites são esses? Qual é o limite da ilusão? Sei que é fazendo divisa com o que você quer que aconteça.
O que você quer que aconteça não pode ser uma obrigação para vida fazer que aconteça.
Nem tudo que você quer, você pode correr atrás para fazer da forma que você quer.
A vida é como um menu. Ela te apresenta um cardapio.
Não dá para ir num X-Salada e pedir um prato chique...
E não dá para ir num restaurante chique e pedir um x-salada.
Olhe no cardapio da vida e veja o que ela tem para te oferecer e saboreie cada iguaria que esse lugar lhe oferece.
Um dia um x-salada pode virar um restaurante chique e ai podera aparecer no cardapio, uma lagosta.
As vezes quando as pessoas fazem o quer querem... o que não está no menu da vida acaba atropelando outras pessoas... passando por cima dos que estão do seu lado... E estão tão perdidos nessa ilusão que nem se perguntam os ses... e acabam esclamando...
Se eu não tivesse feito isso seria diferente.
Se eu não tivesse machucado tal pessoa...
Se eu tivesse essa pessoa ainda do meu lado...

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Personalidade do Juiz

Como você pode julgar alguém pelos seus pensamentos, seu modo de vida, seu jeito de ser. Você não viveu a vida dessa pessoa para saber o porque ela pensa assim. O julgamento só faz o juiz ser menor diante do réu. Deixem as pessoas viverem da melhor maneira que quiserem. Se elas estão felizes e não machucando ninguém e nem a si mesmas, que mau que se faz? Muitas pessoas usam a religião para julgar as outras. Dizem que a Bíblía diz que é assim, e só pode ser assim porque a Bíblia diz que é... A Biblía não é apenas um livro. Pode ser visto com um livro de esperança, de paz, de confiança de que os dias melhoraram. Mas quando passa a ser um livro de jugamentos severos e tristes para com o outro e contra você mesmo. A única certeza que nos temos aqui na Terra é de um dia iremos embora daqui. Do resto restam apenas as palavras de alguns. Mas se quer ter a personalidade de Deus, Ele sabe tudo, Ele está presente em todos os lugares, e Ele tem o poder de fazer o que quiser, e Ele é extremamente bondoso e humilde. E se tiver qualquer duvida no que Ele quer de você. Se faça essa pergunta: Se uma pessoa com essas qualidades passaria sobre o que você faz.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Ignore os ignorantes

As vezes não respeitar a ignorância dos outros te faz ser mais ignorante do que os próprios. As vezes é preciso a pessoa passar por esse período para fazer coisas que precisam ser feitas que caso ela tivesse um conhecimento maior não faria do mesmo modo. Deus desenha tudo de um modo perfeito. Basta agente respeitar e ter paciência de na hora certa a pessoas se esclarecer.