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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Uma linda história de amor que eu precisava ouvir.




Eu estava dirigindo meu carro num trânsito que não andava e, de tanto pensar na vida, comecei a conversar com Deus. Pedi que ele me presenteasse com um amor que me fizesse feliz e segura, e ajudasse a esquecer todos os meus problemas. Naquela época, 2009, eu passava por uma fase difícil: meu namoro de cinco anos estava por um fio porque brigávamos muito e eu enfrentava vários problemas familiares. Aí, seis meses depois, uma amiga fisioterapeuta, como eu, me pediu para substituí-la em suas férias para atender um paciente tetraplégico, o Fred. Eu ainda não sabia, mas naquele instante Deus estava atendendo ao meu pedido, só que de um jeito inesperado: meu príncipe encantado não chegaria em um cavalo branco, mas em uma cadeira de rodas.

Senti que ele me olhava de um jeito diferente

Na primeira sessão com o Fred, quis saber sobre sua história. Ele havia sofrido um acidente de moto em 2008 que mudou sua vida. A quinta vértebra da cervical foi fraturada, o que o tornou paralisado do pescoço pra baixo. Na época, ele tinha 27 anos, era veterinário e trabalhava em uma das maiores companhias de agronegócios do país.

Era um rapaz jovem e bonito, mas percebi que passava por uma fase difícil de aceitação do acidente. Mesmo assim, sentia que Fred me olhava de uma forma diferente, como se já me conhecesse. Me fazia sentir especial. Nos demos superbem e conversávamos muito. Um mês depois, meu namoro terminou...

Conforme o tempo foi passando, criamos uma relação de amizade porque tínhamos muitas afinidades, como nossos gostos musicais e o jeito simples e “caipira”. Contávamos nossos problemas um ao outro, era uma troca muito positiva! O Fred foi uma pessoa fundamental naquele momento difícil pra mim, pois foi quem mais me ouviu e ajudou a acalmar meu coração quando eu mais precisava. Nessa fase, não rolava interesse de minha parte – sentia que da parte dele também não. Mas a amizade e a vontade de estar junto só aumentavam...

Nossa relação foi evoluindo de uma maneira bem natural. Não sei precisar o momento em que minha consideração atencioso por ele virou algo mais forte, mas, após dois meses de atendimento, o Fred se tornou uma pessoa na qual eu depositava muito carinho e confiança. E tudo foi caminhando para uma grande paixão...

Quando nos envolvemos, parei de atendê-lo

Quem tomou a iniciativa de abrir o coração foi o Fred. Ele me roubou um beijo dentro do seu carro. Até hoje não esqueço do jeito como me olhou, fazendo carinho no meu rosto antes de tocar os meus lábios. Foi um dia muito especial para nós, pois percebi que ali era o início de uma linda história de amor.

No começo, nosso romance era meio às escondidas, pois o Fred tinha vergonha. Não de mim, mas dele mesmo. Ele achava que suas limitações seriam um problema para nossa relação. Isso nunca passou pela minha cabeça! Então, quando percebemos que o relacionamento estava ficando sério, decidimos que eu não seria mais fisioterapeuta dele, por uma questão de ética profissional.

Nosso namoro sempre foi repleto de momentos felizes e carinhosos: jantávamos fora, íamos ao cinema, visitávamos nossas famílias e amigos frequentemente. Saíamos como qualquer outro casal, mas também gostávamos muito de programas caseiros.

Após três anos de namoro, decidimos dar um passo à frente em nossa vida e confirmar nosso sentimento perante Deus. Mas, nesse meio-tempo, meu avô faleceu e tivemos que adiar o casamento por um tempo.

A deficiência dele nos deixou mais unidos

Passados os dias de luto, fui pega de surpresa com um jantar familiar. O Fred organizou tudo. As duas famílias estavam reunidas e ele preparou meu prato favorito: lasanha de massa verde e bife à parmegiana. No final, fui surpreendida de novo: meu amor fez um pedido de casamento com as alianças na mão! Chorei de emoção.

As restrições do Fred nunca foram um problema pra mim. Muito pelo contrário: eram elas que nos tornavam mais unidos e o relacionamento mais intenso. Sempre digo que a cadeira dele, para mim, é como uma característica física, tipo a cor dos olhos. Não o vejo como alguém limitado ou incapaz.

De toda forma, o Fred tem uma cuidadora que mora com a gente. Ela faz a sua higiene diária e a alimentação. Na folga dela, sou eu quem assumo essas tarefas. E, diariamente, à noite sou eu que faço seus cuidados antes de nos deitarmos.

Hoje vivo os dias mais felizes da minha vida. O Fred é meu companheiro, amigo e parceiro de todos os dias. Caminhamos lado a lado e sonhamos em aumentar nossa família em breve. Valeu a pena conversar com Deus para pedir um amor! - MARIA ALICE FURRER, 30 anos, fisioterapeuta, Campo Grande, MS

“Mesmo inseguro, decidi investir”

Após o acidente de moto que sofri, me vi numa cadeira de rodas e a depressão me abraçou de vez. Na época, estava tão desanimado que relutei a fazer fisioterapia. Depois de muita insistência da minha mãe, comecei a ser atendido pela Naila. Até que um dia deparo com a Maria Alice, que substituiu minha fisioterapeuta. Assim que a vi, fiquei bem animado. Ela era muito bonita e atraente. Além disso, sua simpatia e sua paixão pela profissão me encantaram. Nossa relação de paciente e fisioterapeuta logo se transformou em amizade. Em pouco tempo, sentia uma grande vontade de estar com ela e percebi que estava apaixonado. Mas achava que seria impossível voltar a me relacionar com alguém por causa das minhas limitações. Mesmo com minha insegurança, resolvi investir. Apesar de sentir muita tristeza por saber que eu deixaria a desejar em vários aspectos devido à minha deficiência, com o tempo fui descobrindo novas formas de substituir algumas gentilezas por outras: ajudava a resolver seus problemas, incentivava a alçar voos mais ousados na profissão, dava presentinhos, fazia elogios... E assim a conquistei! Quando pedi a mão dela em casamento, tinha certeza de que a Maria Alice era a mulher de minha vida. Ela me fez enxergar além do que minha visão de “depressivo” conseguia ver, me mostrando novas possibilidades, novas maneiras de realizar atividades que eu fazia antes do acidente. Minha mulher foi um anjo que apareceu em minha vida. - FREDERICO RIOS, 34 anos, veterinário, Paranaíba, MS.

Li essa reportagem no site Revista Sou mais Eu e quis compartilhar com vocês para recomeçar as postagem desse blog. 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Uma história de amor lutando contro o preconceito.

Às vezes nos locais mais improváveis surgem encontros que geram paixão, como um casal que se conheceu em uma clínica para tratar distúrbios alimentares, conforme Marie Claire falou anteriormente. Agora, um outro caso chama atenção: o de Katie Hill e Arin Andrews. À primeira vista, os dois têm tudo para ser mais um casal adolescente como qualquer outro. Exceto pelo fato de que ambos fizeram intervenções estéticas para mudar de sexo.

KATIE QUANDO AINDA ERA LUKE (À ESQUERDA) E APÓS A MUDANÇA (Foto: reprodução/facebook)

Katie, de 19 anos, nasceu como Luke e iniciou um tratamento hormonal para desenvolver seios naturais sem precisar de implantes de silicone. Um doador anônimo, comovido com a história, colaborou com 40 mil dólares para a mudança de sexo de Katie, como presente de aniversário de 18 anos, em 2012. “Mesmo quando tinha 3 anos de idade, eu sabia que, no fundo, eu queria ser uma menina. Tudo o que eu queria era brincar com bonecas. Eu odiava meu corpo de menino e nunca me senti bem nele”, disse Katie ao canal do Youtube Barcroft TV.


ARIN QUANDO AINDA ERA EMERALD E EM FOTO ATUAL (Foto: reprodução/facebook)

Arin, de 17 anos, nasceu como Emerald, menina que ganhou concursos de beleza e fazia balé. “Os professores separavam os meninos das meninas. Não entendia por que me colocaram entre as meninas”, disse ele na mesma entrevista. Arin falou também que sempre sonhou em pilotar motos, mas não podia pois diziam que era "coisa de menino. Foi uma tortura todos os dias”. Graças aos pais, ele conseguiu fazer a cirurgia de remoção dos seios e de mudança de sexo.

KATIE E ARIN (Foto: reprodução/youtube)

Os dois começaram a fazer terapia e se conheceram em um grupo de apoio aos transgêneros, em Oklahoma, nos Estados Unidos, e se apaixonaram. Arin disse ter ficado "chocado com a beleza de Katie e que achava bonita demais para ser transexual". Atualmente o casal concede entrevistas sobre a história para ajudar outros jovens que passam pela mesma situação, traumas e falta de apoio dos pais. Quanto aos dois, após o processo de difícil aceitação da família, hoje lidam bem e estão muito apaixonados. “Somos perfeitos um para o outro, porque sofremos os mesmos problemas”, concluiu Katie.

sábado, 18 de maio de 2013

Eu precisava escutar uma historia tão bonita como essa.


Ana Clara foi adotada por Guto há dois anos (Foto: Arquivo Pessoal)


A rotina de preparação para concursos de beleza e ensaios fotográficos passa longe da vida que Ana Clara Ferrares, de 10 anos, levava há apenas dois anos. A estudante é neta de traficantes presos no Espírito Santo e enfrentou a perda da visão do olho direito em um acidente. Hoje, ela se define como uma criança feliz, após ser adotada aos oito anos pelo missólogo Guto Ferrares, que é homossexual. Em abril deste ano, ela foi eleita Mini Miss Brasil Oficial 2013, em concurso realizado em São Paulo, uma conquista que a menina levou para o pequeno município de Aracruz, no Espírito Santo.
No Espírito Santo, a oportunidade que Ana Clara teve é bem diferente da realidade de crianças com mais de três anos que esperam para ser adotadas. Em todo o estado, segundo o Tribunal de Justiça (TJ-ES), 132 crianças e adolescentes esperam por um novo lar e o número de pretendentes habilitados passa de 750, mas em geral, a adoção de recém-nascidos e menores de dois anos é preferência entre esses pais. Para incentivar essa ação, foi criada a I Campanha de Incentivo à Adoção Tardia, no município da Serra, na Grande Vitória, que acontece de 19 a 24 de maio.
O pai adotivo Guto Ferrares, de 25 anos, contou que os pais biológicos da filha eram foragidos da polícia e ela morava com os avós, em Colatina, no Noroeste do estado, mas eles tinham envolvimento com o tráfico de drogas e foram presos. Ana Clara acabou morando com vizinhos por algum tempo.
Mas as dificuldades não pararam por aí. "Quando ela morava no bairro São Judas Tadeu, em Colatina, um bandido da comunidade foi preso e os moradores resolveram soltar fogos para comemorar. Um dos foguetes caiu em cima da casa que ela morava e o telhado explodiu. Um pedaço bateu direto no olho direito dela e a cegou", contou Guto.

Guto e Ana Clara (Foto: Arquivo Pessoal)

A história de Ana Clara chegou aos ouvidos do pai adotivo através de uma amiga da mãe dele, que é moradora de Colatina. Guto contou que se comoveu com a história e como já tinha vontade de ser pai, mas nenhuma pretensão de se casar, resolveu ver se havia alguma maneira de adotar a garota. "Três meses depois do acidente, a menina fez uma cirurgia no olho e foi nesse dia que a gente se conheceu. Fui bem devagar com ela, de início não falei que eu a adotaria, falei que era um amigo e que ela passaria uns dias comigo, para ver se gostava", lembrou.
Para a garota, as dificuldades foram superadas com a ajuda de um grande aliado: o carinho do pai adotivo. “A adaptação foi fácil porque a minha nova família me recebeu de um jeito muito carinhoso, muito diferente do que eu recebia na vida que tinha antes. Com meu pai foi ainda mais especial, porque na verdade eu nunca conheci meu pai biológico. Ele é a pessoa mais importante da minha vida e hoje tenho uma família completa”, disse a menina.
Guto, que é homossexual, chegou a pensar que seria difícil explicar para Ana Clara que era um pouco diferente da maioria dos pais. "No início, ela não sabia o que era gay. Expliquei à ela que era um pouquinho diferente do que ela estava acostumada a ver, que não namoraria uma mulher. Acredito que a criança é o que os pais passam para ela, adquire valores. Eu sou um pai bem rígido, quero o melhor para ela, portanto em casa não existe preconceito e nem falta de educação", falou.

Ana Clara vai disputar o Mini Miss Universo no fim deste ano (Foto: Arquivo Pessoal)

A menina simpática, descontraída e vencedora de concursos de beleza chegou à casa de Guto totalmente retraída, sem conseguir conversar muito com as pessoas. O pai, então, procurou uma ajuda psicológica para ajudar a filha a superar os traumas de infância.
"Hoje ela é uma criança totalmente diferente, bem resolvida. Na verdade, ela fez um tratamento psicológico só por seis meses, foi uma espécie de preparação para a nova vida, um empurrão. Ela realmente deixou tudo o que viveu para trás, foi muito forte, e passou a me tratar como se eu sempre tivesse sido o pai dela", contou Guto Ferrares.
Guto também comentou as mudanças que a paternidade trouxe para sua vida. "Eu não paro para pensar que eu fiz parte da evolução dela, penso no que construímos juntos, que ela tornou minha vida mais especial. Hoje ela trata a dificuldade da visão como superação, encara a diferença dela como algo positivo, isso é maravilhoso."

Mini Miss Brasil
Já adaptada à nova casa, Ana Clara Ferrares contou ao pai que sempre teve o sonho de ser modelo, mas se considerava aleijada por ser cega de um olho. O apoio e o conhecimento de Guto foram essenciais para que a menina não desistisse de suas ambições. "Sou missólogo, um preparador de beleza de misses e misters, então tive segurança para conversar com ela sobre isso. Expliquei que ela não era aleijada, que era bonita e poderia ser o que quisesse. Contei que existem modelos de todos os tipos, até mesmo uma que é surda", explicou.
Um dia, a menina pediu para começar a competir em concursos de miss, acreditando que o pai seria o primeiro a apoiá-la, mas essa não a primeira reação. "Tinha medo que ela perdesse algum concurso e ficasse para baixo, não queria vê-la sofrer. Mas ela cabou contando tudo para a psicóloga dela, que me 'deu um puxão de orelha', falou que seria importante para ela", disse.
Desde então, a garota passou a colecionar títulos. Em 2011, ela ganhou o Mini Miss Espírito Santo 2012. No ano seguinte venceu o Mini Miss Brasil Fotogenia 2013 e foi chamada para a seleção do Mini Miss Espírito Santo Oficial, que também venceu. No dia 27 de abril deste ano, ela ganhou o Mini Miss Brasil Oficial e agora vai disputar, na categoria dela, o concurso de Miss Universo em Buenos Aires, no fim deste ano.
Ana Clara gostou tanto da experiência que agora faz parte de seus projetos para o futuro continuar desfilando. "Eu descobri que adoro participar de concursos e desfiles e quero seguir uma carreira.
Adoção tardia
Segundo a juíza da Vara da Infância e Juventude da Serra, Gladys Pinheiro, as pessoas dispostas a adotar querem recém-nascidos ou bebês. “Nossa cultura já está mudando, mas ainda precisamos trabalhar e repercutir a importância dessa ação com as crianças mais velhas e os adolescentes. Geralmente, elas costumam ficar em abrigos até atingirem a maioridade”, disse.
Mas essas situação não se encaixa no caso de Guto e Ana Clara. Foi de uma relação inicial de amizade que surgiu o amor de pai e filha, sem se importarem se não tinham o mesmo sangue. A idade da menina, então com oito anos, não foi um empecilho. "O melhor de ser pai é poder passar todo o meu carinho e o amor para ela, e esses sentimentos não medem idade e nem deixam espaço para preconceitos", disse.

Fonte: G1

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

O paradoxo dos cachorros

tira comic cachorro  Meu Cachorro Paradoxo

tira comic cachorro  Meu Cachorro Paradoxo

tira comic cachorro  Meu Cachorro Paradoxo

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tira comic cachorro  Meu Cachorro Paradoxo

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Esse é uma tirinha do site americano. Ver ele me lembrou dos meus quatro cachorros.



Napoleão



Kiara


Nala Vitória Tim



Rintim Tim

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A borboleta e o cavalinho


Esta é a história de duas criaturas de Deus que viviam numa floresta distante há muitos anos atrás. Eram elas, um cavalinho e uma borboleta. Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas se aproximaram e criaram um elo.A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta enfeitando a paisagem.Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue à natureza



Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta e a partir daí sua liberdade foi cerceada. A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta.
Gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso.




Entre um e outro ela optava por esquecer o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso.Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso.
Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível por ser ela uma criaturinha tão frágil. Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro.
Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto.E vieram outras manhãs e mais outras e milhares de outras, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta.
Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela. Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou. Cansado se deitou embaixo de uma árvore.
Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali.
- Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu.
- Ah, é você então o famoso cavalinho?
- Famoso, eu?
- É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga e falava muito bem de você.Mas afinal, qual borboleta que você está procurando?
- É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.
- Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando. Não ficou sabendo? Ela morreu e já faz muito tempo
-  Morreu? Como foi isso?
-  Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice.
Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou a ninguém.
Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.
Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.
-  Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo. Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho,
que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste e sucumbiu e morreu.
- E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?
- Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte:
- Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema que eu nunca pude ajudá-lo a resolver. Carrega no seu dorso um cabresto, então será cansativo demais pra ele vir até aqui.
Você pode até aceitar os coices que lhe derem quando eles vierem acompanhados de beijos, mas em algum momento da sua vida, as feridas que eles vão lhe causar, não serão mais possíveis de serem cicatrizadas.
Quanto ao cabresto que você tiver que carregar durante a sua existência, não culpe ninguém por isso, afinal muitas vezes, foi você mesmo que o colocou no seu dorso, OU PERMITIU QUE FOSSE COLOCADO.
“Espero que você possa aceitar as coisas como elas são…Sem pensar que tudo conspira contra você…Porque parte de nós é entendimento… a outra parte é aprendizado…
Que você possa ter forças para vencer todos os seus medos…Que no final possa alcançar todos os seus objetivos…Que tudo aquilo que você vê e escuta possa lhe trazer conhecimento….
Que essa escola possa ser longa e feliz…pois parte de nós é o que vivemos, a outra parte é o que esperamos…
Que durante a sua vida você possa construir sentimentos verdadeiros….
Que você possa aceitar que só quem soube da sombra, pode saber da luz…”
Para ser feliz não existe poção mágica.É preciso somente que tenha a alma limpa e desprovida de mágoas e rancores.
Quanto mais tempo ficarmos remoendo as dores mais tempo levaremos para cicatrizar as feridas.
Estamos aqui de passagem. Nada trouxemos e nada levaremos.Cada um é livre para cumprir a sua missão…
Agradeço, Senhor, os verdadeiros amigos, mesmo imperfeitos e limitados!
Muitas vezes decepciono-me, esquecida(o) de que sou eu quem erra quando espero deles uma perfeição e um perfeito amor o qual somente Vós possui e mesmo aqueles que Vos amam verdadeiramente, são falhos, porque são humanos
Agradeço, Senhor, pela sua compaixão, pela sua graça, pela sua bondade, que estão sempre presentes, sustentando-me nos momentos mais difíceis.
Agradeço, Senhor, pela pessoa que sou.E QUE MEUS AMIGOS(AS) PERDOEM-ME POR SER IMPERFEITO(A)
Que Assim Seja…


Esse é um texto muito bonito que conhecia a muito tempo. Mas que achei nesse site

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Uma história que todos deveriam ouvir II




















A moça desta foto se chama Katie Kirkpatrick, e tem 21 anos. Ao lado dela está seu noivo Nick de 23 anos. A foto foi tirada pouco antes da cerimônia de casamento dos dois, realizada em 11 de janeiro de 2005, nos EUA. Katie tem câncer em estado terminal e passa horas por dia recebendo medicação. Na foto Nick aguarda o término de mais uma de suas sessões.





Apesar de sentir muita dor, de vários órgãos esteram apresentando falências e de ter que recorrer à morfina, Katie levou adiante o casamento e fez questão de cuidar de todos os detalhes. O vestido teve que ser ajustado várias vezes, pois Katie perde peso todos os dias devido ao câncer.




Um acessório inusitado na festa foi o tubo de oxigênio usado por Katie. Ele acompanhou a noiva em toda a cerimônia e na festa também. O outro casal da foto são os pais de Nick, emocionados com o casamento do filho com a mulher que ele foi namorado desde a adolescência.




Katie, sentada em uma cadeira de rodas e com o tubo de oxigênio, escutando o marido e os amigos cantando para ela.




No meio da festa, Katie pára para descansar um pouco. A dor a impede de ficar em pé por muito tempo.




Katie morreu 5 dias depois do casamento. Ver uma mulher tão debilitada vestida de noiva e com um sorriso nos lábios nos faz pensar…a felicidade sempre está ao alcance, dure enquanto dure, por isso devemos deixar de complicar nossas vidas… A vida é curta, por isso


Trabalhe como se fosse seu primeiro dia 
 perdoe rapidamente beije demoradamente, 
ame verdadeiramente ría incontrolavelmente 
e nunca deixe de sorrir por mas estranho que seja o motivo.
 A vida pode não ser a festa que esperamos mas enquanto estamos aqui,
 devemos sorrir e agradecer…



Regras para um bom casamento


1- Romantismo. Mesmo após décadas de união, manter o clima romântico é essencial para a saúde do relacionamento. Não espere que o outro tome a iniciativa. Comece você a agradá-lo, mesmo que o retorno seja a longo prazo. Investimento é assim. Pode demorar a produzir resultados. Vale tudo. Prepare um jantar especial, dê flores, planeje programas a dois, etc.

2- Sexo sem rodeios. Mas não como tem sido pregado por aí. O sexo começa fora da cama. Ele tem de estar ligado ao romantismo. De nada adianta vocês experimentarem 450 posições e não haver ternura. O outro pode sentir-se como um objeto sexual. Não há nada errado em provar posições ou lugares diferentes na hora do sexo, desde que haja carinho, confiança e afetividade mútua.

3- Converse. A comunicação pode trazer bens incalculáveis a um relacionamento. Um papo franco serve para não deixar questões mal resolvidas e ainda fortalece o laço de amizade e companheirismo. O silêncio faz com que a pessoa acumule dentro de si problemas e frustrações.

4- Cuide-se. Tenha uma aparência agradável. Ninguém gosta de ter ao seu lado alguém desleixado. Você não precisa comprar roupas caríssimas ou fazer tratamentos estéticos da moda. Mas não precisa perder a vaidade.

5- Elogie. Não critique o tempo todo. Isso não significa dizer que o parceiro deve ser louvado por toda e qualquer atitude, mesmo estando errado. Mas procure valorizar seu lado bom. O elogio é uma forma de reconhecimento e incentivo.

6- Abrace. O abraço é mais do que uma demonstração de carinho. É companheirismo. É deixar claro que você sempre estará lá para o que der e vier.

7- Ouça. As pessoas precisam e gostam de ser ouvidas. Muitos homens erram quando deixam de ouvir e começam a dar conselhos. Nessa hora, o melhor mesmo é deixar o outro falar, desabafar. Após anos de relacionamento, muitos casais se esquecem dos benefícios que esse segredo produz na vida a dois.

8- Faça tudo com satisfação. Não por medo de perder o outro, mas por puro prazer. Isso vale para quando você precisar acompanhá-lo a uma consulta, a casa de familiares ou até mesmo a passeios que te pareçam desinteressantes. Vá com alegria. Se isso lhe for uma obrigação, é melhor ficar em casa. Essas atitudes simples são capazes de mudar um relacionamento, mesmo que não de imediato.

9- Cresça junto. Seja interessante. Viva e seja capaz de aceitar desafios. As pessoas mudam com o passar dos anos. Trocam suas prioridades, aspirações e a forma como encaram a vida. Um companheiro que não acompanha o crescimento do outro, tende a ficar para trás. Busquem os mesmos objetivos. É sinal de perigo quando só um dos dois se desenvolve.

10- Apoie. Incentive o outro a realizar seus sonhos. O valor do apoio excede ao do dinheiro.

11- As crises são normais. Situações como desemprego, insucesso profissional e até mesmo a aposentadoria mexem com a auto-estima de qualquer um. Então, esteja preparado para lidar com elas e estar ao lado daquele que, certamente, irá precisar de você.

12- Ajude. O homem pode auxiliar no trabalho de casa assumindo alguma tarefa. Lavar a louça do jantar, colocar o lixo para fora ou arrumar a própria bagunça. Muitos não dão o valor devido aos afazeres do lar. Mas quando estes não são realizados, logo é percebida sua importância no andamento da casa. A maior satisfação da mulher é o homem que contribui.

13- Invista no relacionamento diariamente. Nenhum casamento está garantido pelo tempo. Ainda mais que, hoje em dia, os valores da sociedade têm passado por transformações profundas. Se você não investir, não receberá retorno. É a lei do que você plantar, você colherá.

14- Fortaleça os laços dentro de casa. Tenha princípios e valores éticos que não te permitam causar dores em sua família. Um bom exemplo são as relações extraconjugais. A traição é apontada como uma das maiores causas de separação. É o tipo de situação que produz mágoas em todo o ambiente familiar. A sociedade criou modelos de parceiros e relacionamentos ideais fora da realidade.

15- Respeite seu companheiro (a), acima de tudo, como um ser humano. Considere suas opiniões e preferências. Ninguém é igual a ninguém. Insultos arruínam com a auto-estima do outro e produzem um clima de inimizade.

16- Seja sensível ao outro. Compartilhe os momentos bons e ruins. Em outras palavras, preocupe-se com as questões que preocupam seu companheiro. Alegre-se com ele. Ria junto. Chore também.

Na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença”.
Vale aplicar aqui esse princípio cristão.


Essas regrinhas achei num blog muito bonito. E que decidi acompanhar. É o blog "Na casa da vovó..." Ela é casada a 33 anos. E aposto que ela tem muita experiência para dividir com todos. 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Mais uma história bonita que devemos ler

Idoso pede amiga em casamento só depois de 65 anos por 'vergonha'.

Depois de ficar 65 anos separado, um casal da região de West Midlands, na Inglaterra, que se conheceu em 1947, irá finalmente se casar, depois que se encontraram em uma reunião de ex-alunos há cerca de dois anos. “Vou me casar com a garota que conheci na escola”, disse Robert Hale ao jornal “Mirror”.


Robert, um rapaz muito tímido, tinha uma paixão secreta por sua colega de sala Carole Fox, mas nunca teve coragem de revelar seus sentimentos. Depois de quase sete décadas, Carole deu ao futuro companheiro seu número de telefone em 2010, porém Robert precisou de dois anos e outra reunião de colégio, em abril deste ano, para finalmente chamá-la para sair.
Os idosos, ambos viúvos e com 69 anos, combinaram de sair e finalmente irão se casar nesta sexta-feira (28), a pouco mais de 3 Km da escola onde se conheceram aos quatro anos de idade. Carole contou que não sabia que Hale tinha uma paixão secreta por ela, e que eram apenas amigos no colégio. “Depois de sair com Robert algumas vezes, sabia que havia algo ali”, contou ao jornal.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Uma história de amor que precisamos ver em 22 fotos

Romance história guerra galeria  Uma História de Amor em 22 Fotos


Romance história guerra galeria  Uma História de Amor em 22 Fotos

Romance história guerra galeria  Uma História de Amor em 22 Fotos

Romance história guerra galeria  Uma História de Amor em 22 Fotos

Romance história guerra galeria  Uma História de Amor em 22 Fotos

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Romance história guerra galeria  Uma História de Amor em 22 Fotos

Romance história guerra galeria  Uma História de Amor em 22 Fotos

Romance história guerra galeria  Uma História de Amor em 22 Fotos

Romance história guerra galeria  Uma História de Amor em 22 Fotos

Romance história guerra galeria  Uma História de Amor em 22 Fotos

Romance história guerra galeria  Uma História de Amor em 22 Fotos

Romance história guerra galeria  Uma História de Amor em 22 Fotos

Romance história guerra galeria  Uma História de Amor em 22 Fotos

Romance história guerra galeria  Uma História de Amor em 22 Fotos

A primeira foto é como muitas outras de um casal apaixonado, mas no caminho dessa história Taylor Morris, que desarmava bombas no Afeganistão, acabou ele mesmo vítima e teve seus braços e pernas amputados. Seu par, Danielle Kelly, nunca saiu de seu lado.


Essa história bonita foi pega no blog Sedentário. Deem uma olhadinha lá. Aposto que vão achar outras histórias tão interessantes como essa.