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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Raelianismo, o que é isso?

O Raelianismo (ou Movimento Raeliano, até 1976: MADECH, mouvement pour l’accueil des extraterrestres, créateurs de l’humanité) é um movimento religioso criado pelo ex-jornalista esportivo francês Claude Vorilhon (ou Raël) em 1973, que afirma ter tido contatos neste ano com extraterrestres em diversas ocasiões, explica a criação dos humanos como tendo sido feita por uma raça semelhante ao ser humano de outro planeta chamada Elohim, usando o DNA deles. Em momentos anteriores em que tiveram contato pessoal com os seres humanos que criaram, informaram erradamente (de propósito) que eram anjos, querubins ou deuses. Os raelianos acreditam que grandes líderes religiosos como Moisés, Jesus e Maomé vivem em outros planetas e um dia voltarão à terra novamente. O fundador do Raelianismo, dizem os membros do Movimento, recebeu a derradeira mensagem dos Elohim cujo propósito é informar o mundo acerca deles e que se os humanos se tornarem conscientes e pacíficos o suficiente, eles desejam ser convidados por nós. O Movimento Raeliano também questiona a teoria da evolução e defende a clonagem humana. O Movimento afirma ter 55 mil membros em 84 países, inclusive no Brasil.Os seguidores de Raël pretendem inaugurar um governo mundial sobre a terra, formado pelas pessoas mais inteligentes (gênios).

A Igreja Raeliana tem uma estrutura quasi-clerical de sete níveis. Juntar-se ao movimento requer uma apostasia oficial de outras religiões.

A ética raeliana inclui a defesa da paz mundial, a partilha, a geniocracia e a não violência. A sexualidade é também importante como parte da doutrina Raeliana. A Igreja Raeliana tem atraído alguns dos seus padres e bispos de outras religiões, apesar de ter uma visão liberal acerca da sexualidade.

Raël fundou a Clonaid (originalmente Valiant Venture Ltd Corporation) em 1997, mas entregou-a a uma episcopisa raeliana, Brigitte Boisselier no ano 2000. Em 2002, a empresa afirmou que uma mulher americana foi submetida a um procedimento de clonagem que levou ao nascimento de uma filha, Eva (26 Dezembro 2002). Apesar de poucos terem acreditado, tal notícia atraiu no entanto autoridades nacionais e a media a se informarem mais acerca do Movimento Raeliano.

Os Raelianos usam a suástica como símbolo da paz, o que levou à rejeição de solicitações por Raelianos de território em Israel, e mais tarde no Líbano, para o estabelecimento de uma embaixada para extraterrestres. A religião usa como símbolo uma suástica dentro de uma Estrela de David. A partir por volta de 1991, este símbolo foi frequentemente substituído por uma variante da estrela com um símbolo em espiral como estratégia de relações públicas, em particular relativamente a Israel.

Fonte: Wikipedia

Sammy? Lembra dele?

Sammy (do BBB) doa prêmio para seita Raeliana
« Online: 01 de Abril de 2005, 03:01:22 »



O ex-BBB Sammy Ueda anuncia finalmente o destino dos 20 mil reais adquiridos com o terceiro lugar.

Mesmo não podendo dar entrevistas, Sammy deixou escapar durante o chat no portal globo.com que já tinha em mente o que fazer com o dinheiro, um dos grandes propósitos de sua entrada no jogo. Em Julho do ano passado o oriental aderiu à seita Raeliana, mundialmente conhecida após a polêmica sobre o primeiro clone humano (não comprovado) criado em laboratório. A seita já conta com mais de 60.000 membros em mais de 90 países.

Quando perguntaram por que Sammy decidiu empregar o dinheiro desta forma, respondeu naturalmente que "a atitude deles é muito positiva" e completou: "acho ótemo o trabalho deles quanto à ciência moderna. O mundo precisa perder certos preconceitos e aceitar as mudanças".

Os amigos não pareceram surpresos. Bárbara, amiga de "Samóla" desde a infância, disse que ele sempre esteve envolvido com assuntos esotéricos e que meses antes de entrar na casa, já havia dito que pretendia aplicar o dinheiro com a seita.

Questionado a respeito da clonagem, Sammy declarou ser completamente a favor. Disse ainda que crê na possibilidade de fazer um clone seu e estender sua vida através dele. Brincadeiras a respeito de clonar um japonês foram inevitáveis durante o bate papo, mas Sammy levou tudo com o mesmo bom humor que apresentou nos 79 dias de confinamento.

Rael, líder da seita, apareceu algumas vezes na telinha da globo, em horários concorridos como o do programa Fantástico, apresentando suas idéias de contato com alienígenas e clonagem humana. Ainda que vista por grande parte da sociedade científica com certo desprezo, a seita parece crescer e atingir pontos fortes de influência.

Decepcionado com a reação dos fãs, Sammy concluiu: "é desconfortável ver que as pessoas não levam a sério quando digo estas coisas, mas acho que os conceitos ainda são novos por aqui, então é natural".

Se a moda pegar entre os orientais, haverão motivos de sobra pra dizer que os japoneses são todos iguais...

Fonte: Clube Cético 


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Entrevista com o pré-conceito

 Ontem eu assisti a entrevista da Marília Gabriela com Silas Malafaia. Eu sempre amei as entrevistas de Marília Gabriela e quando soube que seu entrevistado era o Silas Malafaia fiquei muito interessado de ver. Porém com eu acordo cedo não deu pra mim ver. E não foi minha surpresa ver o bafafá que a entrevista deu. Os temas falados iriam ser mesmo muito polêmicos. E eu sendo evangélico e sendo contra o lado que os evangélicos ficam nessa briga não podia deixar de ver essa entrevista.



Achei um absurdo o que Silas fala. Acho que devemos parar de olhar para um livro escrito para um povo antigo e atrasado e ver verdadeiramente o que é certo ou errado. Quem está errado? Pessoas que apenas querem escolher quem desejam dividir a vida. Ou uma sociedade que quer impor com quem eles devem dividir essa vida. Pessoas que querem dar carinho, amor e uma família para uma criança. Ou pessoas que preferem manter essas crianças em orfanatos do que numa família.

Materia escrita pela super interessante 

Começo de ano é sempre igual na escola de Theodora: cada aluno se apresenta e mostra as fotos da família. Pode ser que a menina da primeira carteira seja filha de um engenheiro e uma arquiteta e o pai do menino de cabelos vermelhos chefie a cozinha de um restaurante. Theodora, naturalmente, vai contar sobre a escola de cabeleireiros dos pais. Dos dois pais - Vasco Pedro da Gama e Júnior de Carvalho, juntos há quase 20 anos. Theodora não hesita em explicar para os colegas: não mora com a mãe e tem dois pais gays. Ela passou 4 anos num orfanato, até 2006, quando uma juíza de Catanduva, interior de São Paulo, autorizou a adoção. Nos próximos meses, a família vai crescer: o casal espera a guarda de uma nova menina, de apenas alguns meses de idade.

Na outra metade do mundo, a história com pais gays da americana Dawn Stefanowicz foi diferente. Por toda a vida, Dawn conviveu com a visita dos vários namorados do pai. Ele recebia homens em casa, embora ainda morasse com a mãe de Dawn- o casal já não se relacionava. Ela segurou as pontas em silêncio durante a infância, adolescência e início da fase adulta. Mas depois dos 30 se rebelou contra a situação. "A decisão do meu pai de não gostar mais de mulheres mudou minha vida. Os namorados dele sempre o afastaram, e ele colocava o trabalho e os namorados acima de mim", diz.

Dawn e Theodora fazem parte de um novo tipo de família. Somente nos EUA, segundo estimativa da Escola de Direito da Universidade da Califórnia, 1 milhão de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais criam atualmente cerca de 2 milhões de crianças. E cada vez mais casais gays optam por criar seus próprios filhos. Segundo o mesmo instituto, em 2009, 21.740 casais homossexuais adotaram crianças - quase o triplo do número de 2000. A estimativa é que cerca de 14 milhões de crianças, em todo o mundo, convivam com um dos pais gays. Por aqui, onde mais de 60 mil casais gays vivem numa união estável (reconhecida perante a lei apenas no ano passado), a história é mais recente. O caso de Theodora foi a primeira adoção por um casal gay. E isso não faz tanto tempo assim - só 6 anos.

É justamente por ser tão recente que o assunto gera dúvidas, preconceitos e medos. Quais as consequências na personalidade de uma criança se ela for criada por gays? A resposta dos estudos é bem clara: perto de zero. "As pesquisas mostram que a orientação sexual dos pais parece ter muito pouco a ver com com o desenvolvimento da criança ou com as habilidades de ser pai. Filhos de mães lésbicas ou pais gays se desenvolvem da mesma maneira que crianças de pais heterossexuais", explica Charlotte Patterson, professora de psiquiatria da Universidade da Virginia e uma das principais pesquisadoras sobre o tema há mais de 20 anos.

Como, então, explicar as queixas de Dawn e a vida tranquila de Theodora? "O desenvolvimento da criança não depende do tipo de família, mas do vínculo que esses pais e mães vão estabelecer entre eles e a criança. Afeto, carinho, regras: essas coisas são mais importantes para uma criança crescer saudável do que a orientação sexual dos pais", diz Mariana Farias, psicóloga e autora do livro Adoção por Homossexuais - A Família Homoparental Sob o Olhar da Psicologia Jurídica. Enquanto Theodora mantém uma relação próxima dos pais, com conversas abertas sobre sexualidade, Dawn não teve a mesma sorte. Para piorar, ela cresceu em um ambiente ríspido e promíscuo (o pai levava diferentes homens para casa e não lhe deu atenção durante os anos mais importantes de sua formação). Mesmo assim, sobram mitos em torno da criação de filhos por pais e mães gays. Veja aqui o que a ciência tem a dizer sobre eles.

Mito 1. "Os filhos serão gays!"


A lógica parece simples. Pais e mães gays só poderão ter filhos gays, afinal, eles vão crescer em um ambiente em que o padrão é o relacionamento homossexual, certo? Não necessariamente. (Se fosse assim, seria difícil, por exemplo, explicar como filhos gays podem nascer de casais héteros.) Um estudo da Universidade Cambridge comparou filhos de mães lésbicas com filhos de mães héteros e não encontrou nenhuma diferença significativa entre os dois grupos quanto à identificação como gays. Mas isso não quer dizer que não existam algumas diferenças. As famílias homoparentais vivem num ambiente mais aberto à diversidade - e, por consequência, muito mais tolerante caso algum filho queira sair do armário ou ter experiências homossexuais. "Se você cresce com dois pais do mesmo sexo e vê amor e carinho entre eles, você não vê nada de estranho nisso", conta Arlene Lev, professora da Universidade de Albany. Mas a influência para por aí. O National Longitudinal Lesbian Family Study é uma pesquisa que analisou 84 famílias com duas mães e as comparou a um grupo semelhante de héteros. Ainda entre as meninas de famílias gays, 15,4% já experimentaram sexo com outras garotas, contra 5% das outras. Já entre meninos, houve uma tendência contrária: 5,6% nos adolescentes criados por mães lésbicas tiveram experiências sexuais com parceiros do mesmo sexo - mas menos do que os que cresceram em famílias de héteros, que chegaram a 6,6%. Ou seja, não dá para afirmar que a orientação sexual dos pais tenha o poder de definir a dos filhos.


Mito 2. "Eles precisam da figura de um pai e de uma mãe"


Filhos de gays não são os únicos que crescem sem um dos pais. Durante a 2ª Guerra Mundial, estima-se que 183 mil crianças americanas perderam os pais. No Brasil, 17,4% das famílias são formadas por mulheres solteiras com filhos. Na verdade, os papéis masculino e feminino continuam presentes como referência mesmo que não seja nos pais. "É importante que a criança tenha contato com os dois sexos. Mas pode ser alguém significativo à criança, como uma avó. Ela vai escolher essa referência, mesmo que inconsciente-mente", explica Mariana Farias. Se há uma diferença, ela é positiva. "Crianças criadas por gays são menos influenciadas por brincadeiras estereotipadas como masculinas ou femininas", diz Arlene Lev. Uma pesquisa feita com 56 crianças de gays e 48 filhos de héteros apontou a maior probabilidade de meninas brincarem com armas ou caminhões. Brincam sem as amarras dos estereótipos e dos preconceitos.

Mito 3. "As crianças terão problemas psicológicos por causa do preconceito!"

Elas sofrerão preconceito. Mas não serão as únicas. No ambiente infantil, qualquer diferença - peso, altura, cor da pele - pode virar alvo de piadas. Não é certo, mas é comum. Uma pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas com quase 19 mil pessoas mostrou que 99,3% dos estudantes brasileiros têm algum tipo de preconceito. Entre as ações de bullying, a maioria atinge alunos negros e pobres. Em seguida vêm os preconceitos contra homossexuais. No caso dos filhos de casais gays analisados pelo National Longitudinal Lesbian Family Study, quase metade relatou discriminação por causa da sexualidade das mães. Por vezes, foram excluídos de atividades ou ridicularizados. Vinte e oito por cento dos relatos envolviam colegas de classe, 22% incluíam professores e outros 21% vinham dos próprios familiares. Felizmente, isso não é sentença para uma vida infeliz. Pesquisas que comparam filhos de gays com filhos de héteros mostram que os dois grupos registram níveis semelhantes de autoestima, de relações com a vida e com as perspectivas para o futuro. Da mesma forma, os índices de depressão entre pessoas criadas por gays e por héteros não é diferente.

Mito 4. "Essas crianças correm risco de sofrer abusos sexuais!"


Esse mito é resquício da época em que a homossexualidade era considerada um distúrbio. Desde o século 19 até o início da década de 1970, os gays eram vistos como pervertidos, portadores de uma anomalia mental transmitida geneticamente. Foi só em 1973 que a Associação de Psiquiatria Americana retirou a homossexualidade da lista de doenças mentais. É pouquíssimo tempo para a história. O estigma de perversão, sustentado também por líderes religiosos, mantém a crença sobre o "perigo" que as crianças correm quando criadas por gays. Até hoje, as pesquisas ainda não encontraram nenhuma relação entre homossexualidade e abusos sexuais. Nenhum dos adolescentes do National Longitudinal Lesbian Family Study reportou abuso sexual ou físico. Outra pesquisa, realizada por três pediatras americanas, avaliou o caso de 269 crianças abusadas sexualmente. Apenas dois agressores eram homossexuais. A Associação de Psiquiatria Americana ainda esclarece: "Homens homossexuais não tendem a abusar mais sexualmente de crianças do que homens heterossexuais".

Dá para adotar no Brasil?


A lei de adoção brasileira deixa brechas para a adoção por gays sem fazer referência direta a esse tipo de família. Em 2009, quando houve mudanças na legislação, casais com união estável comprovada puderam entrar com pedido de adoção conjunta, sem o casamento civil. Em maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) garantiu o reconhecimento de união estável entre pessoas do mesmo sexo, fazendo valer também a eles os direitos previstos para casais héteros. Apesar das conquistas, uma pesquisa do Ibope revelou que 55% dos brasileiros são contra a união estável e a adoção de crianças por casais homossexuais.


Reportagem da Revista Crescer


Construir uma família Nossa "gestação" começou no dia 3 de junho de 2005, quando a Justiça de Catanduva, cidade no interior de São Paulo, nos autorizou a entrar na fila da adoção. Após 13 anos de união, decidimos que era hora de ampliar a família. Como todo relacionamento, o nosso também teve fases. Namoramos, casamos e sentimos a necessidade de dar continuidade à nossa relação. Só uma criança teria essa capacidade. Fomos então pedir permissão à Justiça. A rápida decisão favorável surpreendeu.

Erika Martino


Hoje, com a Theodora em casa, descobrimos que tínhamos uma centena de coisas para aprender. Passear nos fins de semana, ter horários fixos, manter um bom estoque de comida e até deixar o uniforme limpo para o próximo dia de aula. Ah, ela adotou um vira-lata, o Gaia. A prateleira do quarto dela tem dezenas de bonecas, mas é superorganizada. Só sai de casa com o cabelo arrumado e perfumada. É muito vaidosa. Por essas atividades rotineiras, nem eu nem o Júnior tínhamos passado. E eu não sei mais viver sem. Em uma consulta com o pediatra, levei-a no colo. As mães adoraram ver um pai no médico, se preocupando com a saúde da filha. Diziam que os maridos nunca fizeram isso.
 Mas, quando em outra consulta, conheciam meu parceiro, às vezes, ficavam reticentes. Por que posso ser um bom pai sozinho e não acompanhado pelo meu companheiro? É difícil que essas situações constrangedoras aconteçam, porque somos muito queridos na cidade. As pessoas nos conhecem e sabem o quanto desejávamos construir uma família. Tudo que nos chega é positivo.
O relacionamento com outros pais é natural.
Também, só fazemos os programas dela (risos). Já tivemos a fase das conversas ‘reveladoras’. Como ela chegou com 4 anos, sabia um pouco da sua história, mas nós contamos tudo de novo. Explicamos que ela era adotiva e do amor que sentimos quando a vimos pela primeira vez.
Ela colocou um anel, daqueles que vêm em doces, na mão do Júnior. Era o início do nosso compromisso. Apresentamos a madrinha, uma espécie de mãe para ela. Até inventei uma historinha: a letra M juntou com a letra A, rolou morro abaixo e virou madrinha. Nosso vínculo afetivo foi imediato. Temos agora a guarda definitiva. Na certidão, consta o nome dos dois pais. Mas, durante mais de um ano, tínhamos de falar com a juíza periodicamente. A Theodora sempre me perguntava se ia continuar conosco. Eu dizia que sim. Na última vez, perguntei se ela queria mandar um recado para a juíza. Ela disse: ‘Fala para ela obrigada, porque eu estou muito feliz’."

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O presente caro

Deus faz tantos milagres na nossa vida. Tantas maravilhas. Tantos pedidos atendidos da forma que pedimos...com cada detalhe.
Mas porque? Porque, quando algo ameaça esse nosso mundinho de felicidade agente se revolta tanto? Agente larga de confiar. É como se fosse uma pai que sempre desse presentes caros para um filho e quando um amiguinho invejoso vai e falar para essa criança:
- I seu pai não vai te dar presente de natal esse ano! - Essa criança acreditasse. Por mais que os presentes de natais caros sempre cheguem.
Mas dói ouvir de qualquer pessoa que um dia esses presentes caros vai faltar. Por mais que agente se esforce as vezes agente fraqueja. Agente não é de aço. Dói de vez em quando. Por mais que não seja verdade.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Palavras que muitos precisavam ouvir!




Eu acho errado essa campanha. Apesar do Renato Aragão tristemente ter criado esse roteiro tão complicado. Das duas uma, ou ele queria criar muita polemica no nome dele que estava um pouco apagado da mídia, ou foi de uma inocência, para não dizer outra palavra, de sitar um tema que ele, de verdade já não era a melhor pessoa para falar disso. Mas apesar dessa trapalhada do Renato Aragão. Não podemos por causa dessa inocência ou ousadia destruir as memoráveis tardes de domingos ou sábados, que riamos das piadas dos trapalhões. Acho um exagero terrível essa campanha. E pela criança que você era a uns vinte, trinta, ou dez anos atrás não espalhe essa campanha mais.
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O humorista Renato Aragão vem através de seu blog oficial esclarecer a polêmica em torno do titulo do filme “O segundo filho de Deus” que segundo o ator tinha escrito o roteiro provisório com este titulo, mas já mudou para o “O Segredo da Luz”, Confira e comente… Após o colunista da Veja Lauro Jardim noticiar o título do próximo filme e também o orçamento envolvido na produção do humorista Renato Aragão, causou um certo desconforto dentro do meio cristão evangélico e católico pela sugestão do nome do filme “O segundo filho de Deus”, pois para os cristãos crentes em Jesus, Ele é um só e voltará como prometido para arrebatar a igreja que O aceita ou aceitou como Filho de Deus (João 1 vs 12) e O declara através do crer em seu Nome que Ele é o único e suficiente salvador de sua vida. Diante desta polêmica formada em torno da noticia, que o próprio Renato confirma em seu esclarecimento, que realmente tinha escrito o roteiro provisório com o titulo “O segundo filho de Deus”, mas que já trocou o nome para “O Segredo da Luz”. No texto o ator esclarece que é católico e temente a Deus. Confira parte do post original do blog, onde o ator e comediante Renato Aragão faz esclarecimento sobre a polêmica em torno do título do filme e comente… LEIA:

 “Minha empresa já produziu mais de 45 filmes, todos voltados para o entretenimento da família brasileira, respeitando nossos valores e nossa cultura. Sou católico e temente a Deus. Jamais abriria mão de minha fé incondicional em Jesus, o Filho Único de Deus. Gostaria, entretanto de relembrar que fé e ficção são áreas completamente distintas, mas que sempre despertaram polêmicas, desde Milton, em “Paraíso Perdido” até José Saramago em seu “Evangelho Segundo Jesus Cristo”. Mesmo estes gênios literários e suas polêmicas obras não foram capazes de rebaixar a Bíblia e as histórias de vida ali contidas a meros personagens de obras literárias ou de ficção. Por que digo isto, porque realmente escrevi um roteiro provisoriamente intitulado “O Segundo Filho de Deus”, obra de ficção com registro público na Biblioteca Nacional, a qual vem sendo deturpada, dizendo inclusive que eu teria a pretensão de ser o “novo” Jesus!, ABSURDO. O Didi é um grande atrapalhado, e em todos os filmes essa será sempre sua característica. Só para esclarecer, este roteiro inclusive já teve o título alterado para “O Segredo da Luz” e não há previsão para sua realização. Acredito que estas pessoas, que nem sequer tiveram acesso à obra, querem apenas incitar os incautos a juntarem-se a eles nesta invejosa empreitada de denegrir meu nome e desacreditar uma campanha séria que já comprovou sua atuação e eficácia em 27 anos de resultados positivos. Registro que nestes 27 anos isso sempre acontece… infelizmente. Amigos, desculpem-me pelo desabafo. Mas há horas em que precisamos alçar a voz e proclamar a verdade, principalmente quando o alvo das mentiras passa a ser aquilo que mais prezamos: nossa família e nossa fé.” Mais uma vez, obrigado pelo apoio. Renato (Didi) Aragão.


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Eu precisava saber o que é Maçonaria.




1. O que é a Maçonaria de nossos dias?

  A Maçonaria é uma Ordem Universal formada de homens de todas as raças, credos e nacionalidades, acolhidos por suas qualidades morais e intelectuais e reunidos com a finalidade de construírem uma Sociedade Humana, fundada no Amor Fraternal, na esperança com amor à Deus, à Pátria, à Família e ao Próximo, com Tolerância, Virtude e Sabedoria e com a constante investigação da Verdade e sob a tríade LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE, dentro dos princípios da Ordem, da Razão e da Justiça, o mundo alcance a Felicidade Geral e a Paz Universal.


2. A Maçonaria é uma sociedade secreta?

 A Maçonaria não é uma sociedade secreta, no sentido como tal termo é geralmente empregado. Uma sociedade secreta é aquela que tem objetivos secretos e oculta a sua existência assim como as datas e locais de suas sessões. O objetivo e propósito da Maçonaria, suas leis, história e filosofia tem sido divulgados em livros que estão à venda em qualquer livraria. Os únicos segredos que a maçonaria conserva são as cerimônias empregadas na admissão de seus membros e os meios usados pelos Maçons para se conhecerem.


3. A Maçonaria é uma religião?

 A Maçonaria não é uma religião no sentido de ser uma seita, mas é um culto que une homens de bons costumes. A Maçonaria não promove nenhum dogma que deve ser aceito taticamente por todos, mas inculca nos homens a prática da virtude, não oferecendo panacéias para a redenção de pecados. Seu credo religioso consiste apenas em dois artigos de fé que não foram inventados por homens, mas que se encontram neles instintivamente desde os mais remotos tempos da história: A existência de Deus e a Imortalidade da Alma que tem como corolário a Irmandade dos Homens sob a Paternidade de Deus.


4. A Maçonaria é anti-religiosa?

A Maçonaria não é contra qualquer religião. Ela ensina e pratica a tolerância, defendendo o direito do homem praticar a religião ed seu agrado. A Maçonaria não dogmatiza as particularides do credo e da religião. Ela reconhece os benefícios e a bondade assim como a verdade de todas as religiões, combatendo, ao mesmo tempo, as suas inverdades e o fanatismo.

5. A Maçonaria é ateísta ou meramente agnóstica?

 A Maçonaria não é ateísta nem agnóstica. O ateu é aquele que diz não acreditar em Deus enquanto o agnóstico é aquele que não pode afirmar, conscientemente, se Deus existe ou não. Para ser aceito e ingressar na Maçonaria, o candidato deve afirmar a crença em Deus.

6. A Maçonaria é um partido político?

 A Maçonaria não é um partido político. Ela não tem partido. Em princípio, a maçonaria apóia o amor à Pátria, respeito às leis e à Ordem, propugnando pelo aperfeiçoamento das condições humanas. Os maçons são aconselhados a se tornarem cidadãos exemplares e a se afastarem de movimentos cuja tendência seja a de subverter a paz e a ordem da sociedade, e se tornarem cumpridores das ordens e das leis do país em que estejam vivendo, sem nunca perder o dever de amar o seu próprio país. A maçonaria promove o conceito de que não pode existir direito sem a correspondente prestação de deveres, nem privilégios sem retribuição, assim como privilégios sem responsabilidade.


7. A Maçonaria é uma sociedade de auxílios mútuos?

 A Maçonaria não é uma sociedade de auxílios mútuos, ela não garante à ninguém a percepção de uma soma fixa e constante a nenhum de seus membros, na eventualidade de uma desgraça ou calamidade pode reclamar tal auxílio. Entretanto, a Maçonaria se empenha para que nenhum de seus membros sofra necessidades ou seja um peso para os outros. O Maçom necessitado recebe de acordo com as condições e as possibilidades dos demais membros da Ordem.


8. A Maçonaria é uma ideologia ou um "ismo"?

 A Maçonaria nem é uma ideologia, nem um "ismo". Ela não se envolve com as sutilezas da filosofia política, religiosa ou social. Mas, ela reconhece que todos os homens tem uma só origem, participam da mesma natureza e tem a mesma esperança e, por conseguinte, devem trabalhar em união para o mesmo objetivo - a felicidade e bem estar da sociedade.


9. Então o que é a Maçonaria?

 A Maçonaria é uma organização mundial de homens que, utilizando-se de formas simbólicas dos antigos construtores de templos, voluntariamente se uniram para o propósito comum de se aperfeiçoarem na sociedade. Admitindo em seu seio, homens de caráter, sem consideração à sua raça, cor ou credo, a Maçonaria se esforça para constituir uma liga internacional de homens dedicados a viverem em paz, harmonia e afeição fraternal.


10. Qual é a missão da Maçonaria?

 A missão da Maçonaria é a de "fazer amigos, aperfeiçoar suas vidas, dedicar-se às boas obras, promover a verdade e reconhecer seus semelhantes como homens e irmãos". A missão da Maçonaria ainda é a prática das virtudes e da caridade, é confortar os infelizes, não voltar as costas à miséria, restaurar a paz de espírito e a paz aos desamparados e dar novas esperanças aos desesperançados.


11. A Maçonaria convida as pessoas para se filiarem a ela?

 A Maçonaria não "convida" ninguém, mesmo aos mais qualificados para se tornarem um membro da Ordem. Aquele que deseja entrar para ela, deve manifestar esse desejo espontaneamente, declarando que livre e conscientemente deseja participar dela. A Maçonaria não prende nenhum homem a juramentos incompatíveis com sua consciência ou liberdade de pensar.


12. Porque a Maçonaria não inicia mulheres?

 Tendo evoluído da Maçonaria Operativa que erguia templos no período da construção de catedrais, a Maçonaria adotou a antiga regulamentação que provia o seguinte: "As pessoas admitidas como membros de uma Loja devem ser homens bons e de princípios virtuosos, nascidos livres de idade madura, sem vínculos que o privem de pensar livremente, sendo vedada a admissão de mulheres assim como homens de comportamento duvidoso ou imoral. A regularidade da maçonaria se deve ao fato de se ater aos seus princípios básicos e imutáveis regidos por mandamentos, entre os quais se inclui o que acima se disse.


13. Por que são chamados de templos os locais de reunião?

 Os lugares onde os maçons se reúnem são chamados de templos porque, embora não sendo uma religião ou reunindo-se em uma igreja, a Maçonaria preserva religiosamente os direitos de cada indivíduo praticar a religião ou credo de sua preferência, mantendo-se eqüidistante das diferentes seitas ou credos. Ela ensina a todos como respeitar e tolerar as religiões diversas de seus membros.


14. A Maçonaria Universal obedece a uma autoridade máxima?

 Nem mesmo em um país como os Estados Unidos que agora se compõe de 50 Estados e conta com cerca de 4 milhões de Maçons, obedece a Maçonaria a uma autoridade suprema. A Maçonaria em cada país ou em cada estado de uma Federação é regulada e dirigida por uma Grande Loja independente e soberana.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Personalidade do Juiz

Como você pode julgar alguém pelos seus pensamentos, seu modo de vida, seu jeito de ser. Você não viveu a vida dessa pessoa para saber o porque ela pensa assim. O julgamento só faz o juiz ser menor diante do réu. Deixem as pessoas viverem da melhor maneira que quiserem. Se elas estão felizes e não machucando ninguém e nem a si mesmas, que mau que se faz? Muitas pessoas usam a religião para julgar as outras. Dizem que a Bíblía diz que é assim, e só pode ser assim porque a Bíblia diz que é... A Biblía não é apenas um livro. Pode ser visto com um livro de esperança, de paz, de confiança de que os dias melhoraram. Mas quando passa a ser um livro de jugamentos severos e tristes para com o outro e contra você mesmo. A única certeza que nos temos aqui na Terra é de um dia iremos embora daqui. Do resto restam apenas as palavras de alguns. Mas se quer ter a personalidade de Deus, Ele sabe tudo, Ele está presente em todos os lugares, e Ele tem o poder de fazer o que quiser, e Ele é extremamente bondoso e humilde. E se tiver qualquer duvida no que Ele quer de você. Se faça essa pergunta: Se uma pessoa com essas qualidades passaria sobre o que você faz.