Mostrando postagens com marcador história. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador história. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Uma linda história de amor que eu precisava ouvir.




Eu estava dirigindo meu carro num trânsito que não andava e, de tanto pensar na vida, comecei a conversar com Deus. Pedi que ele me presenteasse com um amor que me fizesse feliz e segura, e ajudasse a esquecer todos os meus problemas. Naquela época, 2009, eu passava por uma fase difícil: meu namoro de cinco anos estava por um fio porque brigávamos muito e eu enfrentava vários problemas familiares. Aí, seis meses depois, uma amiga fisioterapeuta, como eu, me pediu para substituí-la em suas férias para atender um paciente tetraplégico, o Fred. Eu ainda não sabia, mas naquele instante Deus estava atendendo ao meu pedido, só que de um jeito inesperado: meu príncipe encantado não chegaria em um cavalo branco, mas em uma cadeira de rodas.

Senti que ele me olhava de um jeito diferente

Na primeira sessão com o Fred, quis saber sobre sua história. Ele havia sofrido um acidente de moto em 2008 que mudou sua vida. A quinta vértebra da cervical foi fraturada, o que o tornou paralisado do pescoço pra baixo. Na época, ele tinha 27 anos, era veterinário e trabalhava em uma das maiores companhias de agronegócios do país.

Era um rapaz jovem e bonito, mas percebi que passava por uma fase difícil de aceitação do acidente. Mesmo assim, sentia que Fred me olhava de uma forma diferente, como se já me conhecesse. Me fazia sentir especial. Nos demos superbem e conversávamos muito. Um mês depois, meu namoro terminou...

Conforme o tempo foi passando, criamos uma relação de amizade porque tínhamos muitas afinidades, como nossos gostos musicais e o jeito simples e “caipira”. Contávamos nossos problemas um ao outro, era uma troca muito positiva! O Fred foi uma pessoa fundamental naquele momento difícil pra mim, pois foi quem mais me ouviu e ajudou a acalmar meu coração quando eu mais precisava. Nessa fase, não rolava interesse de minha parte – sentia que da parte dele também não. Mas a amizade e a vontade de estar junto só aumentavam...

Nossa relação foi evoluindo de uma maneira bem natural. Não sei precisar o momento em que minha consideração atencioso por ele virou algo mais forte, mas, após dois meses de atendimento, o Fred se tornou uma pessoa na qual eu depositava muito carinho e confiança. E tudo foi caminhando para uma grande paixão...

Quando nos envolvemos, parei de atendê-lo

Quem tomou a iniciativa de abrir o coração foi o Fred. Ele me roubou um beijo dentro do seu carro. Até hoje não esqueço do jeito como me olhou, fazendo carinho no meu rosto antes de tocar os meus lábios. Foi um dia muito especial para nós, pois percebi que ali era o início de uma linda história de amor.

No começo, nosso romance era meio às escondidas, pois o Fred tinha vergonha. Não de mim, mas dele mesmo. Ele achava que suas limitações seriam um problema para nossa relação. Isso nunca passou pela minha cabeça! Então, quando percebemos que o relacionamento estava ficando sério, decidimos que eu não seria mais fisioterapeuta dele, por uma questão de ética profissional.

Nosso namoro sempre foi repleto de momentos felizes e carinhosos: jantávamos fora, íamos ao cinema, visitávamos nossas famílias e amigos frequentemente. Saíamos como qualquer outro casal, mas também gostávamos muito de programas caseiros.

Após três anos de namoro, decidimos dar um passo à frente em nossa vida e confirmar nosso sentimento perante Deus. Mas, nesse meio-tempo, meu avô faleceu e tivemos que adiar o casamento por um tempo.

A deficiência dele nos deixou mais unidos

Passados os dias de luto, fui pega de surpresa com um jantar familiar. O Fred organizou tudo. As duas famílias estavam reunidas e ele preparou meu prato favorito: lasanha de massa verde e bife à parmegiana. No final, fui surpreendida de novo: meu amor fez um pedido de casamento com as alianças na mão! Chorei de emoção.

As restrições do Fred nunca foram um problema pra mim. Muito pelo contrário: eram elas que nos tornavam mais unidos e o relacionamento mais intenso. Sempre digo que a cadeira dele, para mim, é como uma característica física, tipo a cor dos olhos. Não o vejo como alguém limitado ou incapaz.

De toda forma, o Fred tem uma cuidadora que mora com a gente. Ela faz a sua higiene diária e a alimentação. Na folga dela, sou eu quem assumo essas tarefas. E, diariamente, à noite sou eu que faço seus cuidados antes de nos deitarmos.

Hoje vivo os dias mais felizes da minha vida. O Fred é meu companheiro, amigo e parceiro de todos os dias. Caminhamos lado a lado e sonhamos em aumentar nossa família em breve. Valeu a pena conversar com Deus para pedir um amor! - MARIA ALICE FURRER, 30 anos, fisioterapeuta, Campo Grande, MS

“Mesmo inseguro, decidi investir”

Após o acidente de moto que sofri, me vi numa cadeira de rodas e a depressão me abraçou de vez. Na época, estava tão desanimado que relutei a fazer fisioterapia. Depois de muita insistência da minha mãe, comecei a ser atendido pela Naila. Até que um dia deparo com a Maria Alice, que substituiu minha fisioterapeuta. Assim que a vi, fiquei bem animado. Ela era muito bonita e atraente. Além disso, sua simpatia e sua paixão pela profissão me encantaram. Nossa relação de paciente e fisioterapeuta logo se transformou em amizade. Em pouco tempo, sentia uma grande vontade de estar com ela e percebi que estava apaixonado. Mas achava que seria impossível voltar a me relacionar com alguém por causa das minhas limitações. Mesmo com minha insegurança, resolvi investir. Apesar de sentir muita tristeza por saber que eu deixaria a desejar em vários aspectos devido à minha deficiência, com o tempo fui descobrindo novas formas de substituir algumas gentilezas por outras: ajudava a resolver seus problemas, incentivava a alçar voos mais ousados na profissão, dava presentinhos, fazia elogios... E assim a conquistei! Quando pedi a mão dela em casamento, tinha certeza de que a Maria Alice era a mulher de minha vida. Ela me fez enxergar além do que minha visão de “depressivo” conseguia ver, me mostrando novas possibilidades, novas maneiras de realizar atividades que eu fazia antes do acidente. Minha mulher foi um anjo que apareceu em minha vida. - FREDERICO RIOS, 34 anos, veterinário, Paranaíba, MS.

Li essa reportagem no site Revista Sou mais Eu e quis compartilhar com vocês para recomeçar as postagem desse blog. 

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Como deveria ser a novela

Oi gente. Estou vendo a novela das oito ficando muito parada e resolvi criar minha própria continuação para a novela.

Helena não quer saber de Luiza (Foto: Em Família/TV Globo)

Para começar a Luiza realmente iria se casar com o Laerte. E no dia do casamento a Verônica iria falar para Helena de uma forma macabra que era para Helena salvar a filha porque agora o mau não tinha como ser desfeito.
   Helena não dá moral até que a Verônica aparece morta no dia seguinte.
Helena vai atrás de Luiza para perguntar se esta tudo bem. A filha a trata como antes, na frente de Laerte.       Com ignorância e raiva. E chega a jogar um embrulho de papel na cara da mãe a espussando de casa. Mas quando Helena pelo destino, depois de Luiza bater a porta na cara da mãe, ela abre o embrulho que foi jogado nela, é um bilhete da filha apenas escrito "Socorro".
  Helena pede ajuda da melhor amiga de Luiza para ver o que está acontecendo. E Alice, como nova policial, detetive vai atras de investigação.
  Alice recebe uma mensagem de celular de Luiza dizendo que estava no galpão, no galpão que está se fechado desde a morte terrivelmente trágica de Verônica.  E indo para lá encontra não amiga Luiza, mas

Laerte que tenta mata-la.

 Alice é capturada ao perseguir homem suspeito (Foto: Em Família/TV Globo)

  Helena está em casa de boa maltratando mais uma vez o Virgilio, quando recebe a ligação de Alice pedindo socorro. O celular dela esta falhando e então Luiza só consegue dizer coisas desconexas enquanto foge do Laerte que está com sua flauta pronta para mata-la a flautadas. De repente ela dá de encontro com ele e ele quebra o celular dela com uma flautada... E ele derruba ela de um andaime... e sai tocando sua flauta ensanguentada.
Helena corre até o local. A policia tinha chegado. E Alice ainda esta nos últimos momentos de vida. E fala:
 - Ele não vai parar.... - e morre...
Helena tenta avisar a policia. Mas todos já sabem como ela tem raiva do Laerte e não acreditam nela.
  Helena então decidi ir buscar a filha na casa de Laerte com as próprias mãos.

Agora o senhor Maneco pode continuar essa parte da novela dai..

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Eu precisava ouvir uma história de superação.

Petê Camargo emagreceu sem ajuda de remédios ou cirurgia, e hoje mantém um site com dicas e receitas saudáveis.



Comida sempre foi o assunto predileto de Petê Camargo. Quando garota, gordinha, não podia ir à uma festa que corria para a cozinha a fim de saber a receita deste ou daquele doce. Na pré-adolescência, no entanto, a faceta gulosa deixou de ser uma característica fofa e engraçadinha para começar a virar uma tormenta. "Era a fase em que as garotas estavam se arrumando, despertando para a sexualidaede e eu estava apenas engordando", conta ela, que viu o ponteiro da balança atingir 145kg aos 37 anos.

Antes e Depois - Petê (Foto: Arquivo Pessoal)
Antes disso, porém, ao ver a aparência gorducha no espelho, Petê tomou uma decisão. "Comecei a nadar todos os dias até me tornar atleta, federada em São Bernardo do Campo, onde morava", relembra ela, que competiu até os 19 anos, ano em que casou com o primeiro namorado: "Eu comia feito um touro, treinava quatro horas por dia e queimava tudo o que ingeria. Mas ao casar, a coisa degringolou".


Para se ter uma ideia, na lua de mel, Petê e o marido foram para o supermercado e comprarm todo o tipo de besteira que pudessem consumir. "Quando engravidei do meu primeiro filho, engordei 40kg. Eu comia o dia inteiro, não trabalhava, não fazia mais nada. Minha autoestima era abaixo de zero. Tive complicações por conta da pressão alta e foi um transtorno tentar emagrecer", confessa. Quando o bebê nasceu, Petê tentou toda a sorte de dietas e foi vítima do efeito sanfona. Conseguiu chegar aos 80kg, que para os 1,76m que tem não eram tão absurdos assim. Mas voltou a engordar, engravidou novamente e lá vieram mais 40kg. "Cheguei num ponto em que achava que já tinha filhos, era casada, havia construído uma vida e não precisava me preocupar em ficar fazendo regime", justifica.


Mas o filho mais velho morria de vergonha da aparência desleixada da mãe e pedia a ela que o deixasse longe da escola ou que não fosse às festinhas. Daí, Petê voltou a nadar. "Era assustador. Eu, com uns 135 kg, de maiô na piscina. As pessoas se assustavam, mas eu sabia nadar, então, a memória do corpo ainda existia", diz.

Antes e Depois - Petê (Foto: Arquivo Pessoal)

Petê, porém, passou a sentir-se muito cansada e descobriu que era portadora de Lupus Sistêmico, uma doença autoimune que pode levar à morte: "A ficha caiu. Ou eu mudava de vida ou morria". Após um longo tratamento para amenizar os sintomas e uma embolia pulmonar, Petê decidiu viver bem pelo resto da vida: "Cortei as guloseimas, fiz o que todo mundo sabe fazer para emagrecer. Reduzi a quantidade de comida e passei a me exercitar diariamente para queimar as calorias. É uma matemática simples, mas é dificílimo manter o resultado".

Antes e Depois - Petê (Foto: Arquivo Pessoal)

Foram quatro anos e meio até eliminar 76kg. Hoje, aos 46 anos, Petê chama a atenção pelas fotos de antes e depois. Sua história vitoriosa foi parar nas redes sociais, quando ela decidiu fazer um site incentivando outras pessoas a recuperarem o tempo perdido e aprenderem a ter uma relação de amizade com a comida e não de dependência. No "www.petecamargo.com.br" posta vídeos motivacionais e receitas light, e já tem mais de seis mil seguidoras fiéis, que se inspiram na força de vontade dela: "Chorei ao não poder comer o que gostava. Hoje, me orgulho de saber fazer as escolhas certas. Não fiz plásticas, minha pele ainda está meio caidinha, mas faz parte da minha transformação. Foi devagar e eficaz até que meu cérebro e meu corpo soubesem que, sim, eu agora seria uma mulher magra".

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Uma história de amor lutando contro o preconceito.

Às vezes nos locais mais improváveis surgem encontros que geram paixão, como um casal que se conheceu em uma clínica para tratar distúrbios alimentares, conforme Marie Claire falou anteriormente. Agora, um outro caso chama atenção: o de Katie Hill e Arin Andrews. À primeira vista, os dois têm tudo para ser mais um casal adolescente como qualquer outro. Exceto pelo fato de que ambos fizeram intervenções estéticas para mudar de sexo.

KATIE QUANDO AINDA ERA LUKE (À ESQUERDA) E APÓS A MUDANÇA (Foto: reprodução/facebook)

Katie, de 19 anos, nasceu como Luke e iniciou um tratamento hormonal para desenvolver seios naturais sem precisar de implantes de silicone. Um doador anônimo, comovido com a história, colaborou com 40 mil dólares para a mudança de sexo de Katie, como presente de aniversário de 18 anos, em 2012. “Mesmo quando tinha 3 anos de idade, eu sabia que, no fundo, eu queria ser uma menina. Tudo o que eu queria era brincar com bonecas. Eu odiava meu corpo de menino e nunca me senti bem nele”, disse Katie ao canal do Youtube Barcroft TV.


ARIN QUANDO AINDA ERA EMERALD E EM FOTO ATUAL (Foto: reprodução/facebook)

Arin, de 17 anos, nasceu como Emerald, menina que ganhou concursos de beleza e fazia balé. “Os professores separavam os meninos das meninas. Não entendia por que me colocaram entre as meninas”, disse ele na mesma entrevista. Arin falou também que sempre sonhou em pilotar motos, mas não podia pois diziam que era "coisa de menino. Foi uma tortura todos os dias”. Graças aos pais, ele conseguiu fazer a cirurgia de remoção dos seios e de mudança de sexo.

KATIE E ARIN (Foto: reprodução/youtube)

Os dois começaram a fazer terapia e se conheceram em um grupo de apoio aos transgêneros, em Oklahoma, nos Estados Unidos, e se apaixonaram. Arin disse ter ficado "chocado com a beleza de Katie e que achava bonita demais para ser transexual". Atualmente o casal concede entrevistas sobre a história para ajudar outros jovens que passam pela mesma situação, traumas e falta de apoio dos pais. Quanto aos dois, após o processo de difícil aceitação da família, hoje lidam bem e estão muito apaixonados. “Somos perfeitos um para o outro, porque sofremos os mesmos problemas”, concluiu Katie.

sábado, 18 de maio de 2013

Eu precisava escutar uma historia tão bonita como essa.


Ana Clara foi adotada por Guto há dois anos (Foto: Arquivo Pessoal)


A rotina de preparação para concursos de beleza e ensaios fotográficos passa longe da vida que Ana Clara Ferrares, de 10 anos, levava há apenas dois anos. A estudante é neta de traficantes presos no Espírito Santo e enfrentou a perda da visão do olho direito em um acidente. Hoje, ela se define como uma criança feliz, após ser adotada aos oito anos pelo missólogo Guto Ferrares, que é homossexual. Em abril deste ano, ela foi eleita Mini Miss Brasil Oficial 2013, em concurso realizado em São Paulo, uma conquista que a menina levou para o pequeno município de Aracruz, no Espírito Santo.
No Espírito Santo, a oportunidade que Ana Clara teve é bem diferente da realidade de crianças com mais de três anos que esperam para ser adotadas. Em todo o estado, segundo o Tribunal de Justiça (TJ-ES), 132 crianças e adolescentes esperam por um novo lar e o número de pretendentes habilitados passa de 750, mas em geral, a adoção de recém-nascidos e menores de dois anos é preferência entre esses pais. Para incentivar essa ação, foi criada a I Campanha de Incentivo à Adoção Tardia, no município da Serra, na Grande Vitória, que acontece de 19 a 24 de maio.
O pai adotivo Guto Ferrares, de 25 anos, contou que os pais biológicos da filha eram foragidos da polícia e ela morava com os avós, em Colatina, no Noroeste do estado, mas eles tinham envolvimento com o tráfico de drogas e foram presos. Ana Clara acabou morando com vizinhos por algum tempo.
Mas as dificuldades não pararam por aí. "Quando ela morava no bairro São Judas Tadeu, em Colatina, um bandido da comunidade foi preso e os moradores resolveram soltar fogos para comemorar. Um dos foguetes caiu em cima da casa que ela morava e o telhado explodiu. Um pedaço bateu direto no olho direito dela e a cegou", contou Guto.

Guto e Ana Clara (Foto: Arquivo Pessoal)

A história de Ana Clara chegou aos ouvidos do pai adotivo através de uma amiga da mãe dele, que é moradora de Colatina. Guto contou que se comoveu com a história e como já tinha vontade de ser pai, mas nenhuma pretensão de se casar, resolveu ver se havia alguma maneira de adotar a garota. "Três meses depois do acidente, a menina fez uma cirurgia no olho e foi nesse dia que a gente se conheceu. Fui bem devagar com ela, de início não falei que eu a adotaria, falei que era um amigo e que ela passaria uns dias comigo, para ver se gostava", lembrou.
Para a garota, as dificuldades foram superadas com a ajuda de um grande aliado: o carinho do pai adotivo. “A adaptação foi fácil porque a minha nova família me recebeu de um jeito muito carinhoso, muito diferente do que eu recebia na vida que tinha antes. Com meu pai foi ainda mais especial, porque na verdade eu nunca conheci meu pai biológico. Ele é a pessoa mais importante da minha vida e hoje tenho uma família completa”, disse a menina.
Guto, que é homossexual, chegou a pensar que seria difícil explicar para Ana Clara que era um pouco diferente da maioria dos pais. "No início, ela não sabia o que era gay. Expliquei à ela que era um pouquinho diferente do que ela estava acostumada a ver, que não namoraria uma mulher. Acredito que a criança é o que os pais passam para ela, adquire valores. Eu sou um pai bem rígido, quero o melhor para ela, portanto em casa não existe preconceito e nem falta de educação", falou.

Ana Clara vai disputar o Mini Miss Universo no fim deste ano (Foto: Arquivo Pessoal)

A menina simpática, descontraída e vencedora de concursos de beleza chegou à casa de Guto totalmente retraída, sem conseguir conversar muito com as pessoas. O pai, então, procurou uma ajuda psicológica para ajudar a filha a superar os traumas de infância.
"Hoje ela é uma criança totalmente diferente, bem resolvida. Na verdade, ela fez um tratamento psicológico só por seis meses, foi uma espécie de preparação para a nova vida, um empurrão. Ela realmente deixou tudo o que viveu para trás, foi muito forte, e passou a me tratar como se eu sempre tivesse sido o pai dela", contou Guto Ferrares.
Guto também comentou as mudanças que a paternidade trouxe para sua vida. "Eu não paro para pensar que eu fiz parte da evolução dela, penso no que construímos juntos, que ela tornou minha vida mais especial. Hoje ela trata a dificuldade da visão como superação, encara a diferença dela como algo positivo, isso é maravilhoso."

Mini Miss Brasil
Já adaptada à nova casa, Ana Clara Ferrares contou ao pai que sempre teve o sonho de ser modelo, mas se considerava aleijada por ser cega de um olho. O apoio e o conhecimento de Guto foram essenciais para que a menina não desistisse de suas ambições. "Sou missólogo, um preparador de beleza de misses e misters, então tive segurança para conversar com ela sobre isso. Expliquei que ela não era aleijada, que era bonita e poderia ser o que quisesse. Contei que existem modelos de todos os tipos, até mesmo uma que é surda", explicou.
Um dia, a menina pediu para começar a competir em concursos de miss, acreditando que o pai seria o primeiro a apoiá-la, mas essa não a primeira reação. "Tinha medo que ela perdesse algum concurso e ficasse para baixo, não queria vê-la sofrer. Mas ela cabou contando tudo para a psicóloga dela, que me 'deu um puxão de orelha', falou que seria importante para ela", disse.
Desde então, a garota passou a colecionar títulos. Em 2011, ela ganhou o Mini Miss Espírito Santo 2012. No ano seguinte venceu o Mini Miss Brasil Fotogenia 2013 e foi chamada para a seleção do Mini Miss Espírito Santo Oficial, que também venceu. No dia 27 de abril deste ano, ela ganhou o Mini Miss Brasil Oficial e agora vai disputar, na categoria dela, o concurso de Miss Universo em Buenos Aires, no fim deste ano.
Ana Clara gostou tanto da experiência que agora faz parte de seus projetos para o futuro continuar desfilando. "Eu descobri que adoro participar de concursos e desfiles e quero seguir uma carreira.
Adoção tardia
Segundo a juíza da Vara da Infância e Juventude da Serra, Gladys Pinheiro, as pessoas dispostas a adotar querem recém-nascidos ou bebês. “Nossa cultura já está mudando, mas ainda precisamos trabalhar e repercutir a importância dessa ação com as crianças mais velhas e os adolescentes. Geralmente, elas costumam ficar em abrigos até atingirem a maioridade”, disse.
Mas essas situação não se encaixa no caso de Guto e Ana Clara. Foi de uma relação inicial de amizade que surgiu o amor de pai e filha, sem se importarem se não tinham o mesmo sangue. A idade da menina, então com oito anos, não foi um empecilho. "O melhor de ser pai é poder passar todo o meu carinho e o amor para ela, e esses sentimentos não medem idade e nem deixam espaço para preconceitos", disse.

Fonte: G1

terça-feira, 7 de maio de 2013

Uma história assustadora


"Sou Amanda Berry. Fui sequestrada. Estive desaparecida durante 10 anos. Estou livre, estou aqui agora", disse a jovem ao número de emergência 911. Desta forma, Amanda, que estava desaparecida há ao menos 10 anos, avisou à polícia dos Estados Unidos que estava viva, segundo a agência de notícias France Presse.
Ela e mais duas jovens foram encontradas com vida nesta segunda-feira, 6 de maio de 2013, em uma casa em Cleveland, onde eram mantidas em cativeiro. A polícia de Cleveland, no Estado americano de Ohio, divulgou o áudio da ligação feita por Amanda Berry logo após fugir de seu sequestrador, reproduzido pela BBC.
Os detalhes do trauma que as três sofreram ainda não foram revelados, mas ao que parece ao menos uma jovem teve uma filha durante o cativeiro.
Vizinho ouviu gritos

Agentes do FBI recolhem provas da casa onde três mulheres eram mantidas em cativeiro (Foto: Mark Duncan/AP)

Um vizinho viu uma das mulheres, Amanda Berry, gritando e tentando sair da casa. "Escutei gritos (...) e vi esta garota tentando fugir como uma louca da casa", disse Charles Ramsey à rede de televisão ABC. "Ela disse: me ajude a sair, estou aqui há muito tempo".
Ramsey contou que tentou abrir a porta e como não conseguiu, teve que derrubá-la, antes que a mulher saísse se arrastando e "levando consigo uma criança pequena". Amanda correu até uma casa vizinha para chamar a polícia, implorando que viessem o mais rápido possível.
Durante a ligação, Amanda revelou que ela e outras duas jovens eram mantidas em cativeiro por Ariel Castro. A polícia chegou logo depois e encontrou as outras duas mulheres: Gina DeJesus e Michelle Knight.
"Um homem 'hispânico' de 52 anos foi detido em relação ao caso", revelaram fontes ligadas à polícia.

Amanda Berry (centro), com a irmã após sua libertação  (Foto: AFP)

Vizinho amigável

Berry desapareceu em abril de 2003, quando tinha 16 anos, após sair do trabalho, informou o FBI. A mãe da jovem, Louwanna Miller, morreu de ataque cardíaco em março de 2006. DeJesus tinha apenas 14 anos em 2004 quando desapareceu após deixar a escola. Knight desapareceu aos 21 anos, no dia 23 de agosto de 2002, depois de visitar uma prima, segundo o jornal Cleveland Plain Dealer.
Charliez Czorb, vizinha do suposto sequestrador, se disse surpresa com o tempo que as três jovens passaram no cativeiro sem que ninguém percebesse. '"Estavam no nosso quintal. Estas meninas estavam presas em nosso quintal".
Ariel Castro foi descrito pelos vizinhos como um amigável motorista de ônibus e músico que geralmente deixava as "filhas" brincar com seus netos.
'Estão bem'
Fotos mostram Amanda Berry, à esquerda, e Georgina Dejesus, que foram sequestradas há cerca de dez anos (Foto: FBI/AP)

Um médico que atendeu as três mulheres afirmou que estão bem, mas continuam sendo examinadas. "Este não é o final que normalmente escutamos neste tipo de história e estamos muito felizes por elas", disse o doutor Gerald Maloney aos jornalistas.
O prefeito de Cleveland, Frank Jackson, ficou "agradecido pelo fato de estas três jovens estarem com vida". "Temos muitas perguntas sem resposta sobre este caso e a investigação continua".
A polícia concederá uma entrevista coletiva sobre o caso nesta terça-feira.

Irmãos mantinham trio em cativeiro há 10 anos em casa em Cleveland (Foto: Bill Pugliano/Getty Images/AFP)


segunda-feira, 29 de abril de 2013

Palavras que eu precisava ouvir num transporte coletivo






Sempre quando volto do serviço tenho que pegar o ônibus do Vera Cruz, que vai direto para minha casa, ou pego ônibus da linha João Braz. O do João Braz que vem mais vazio e muitas vezes o primeiro a chegar é o que acabo pegando muitas vezes, o problema é que ele dá a volta e depois que me deixa em casa. No final, quando chego em casa acabava sempre sendo a ultima pessoa no ônibus, pois não é todo mundo que tem coragem de dar uma volta tão grande.
E em duas vezes que peguei esse ônibus Deus me deu dois fortes ensinamentos que sem duvida são palavras que todos precisavam escultar.
    Meu primeiro ensinamento foi quando peguei esse ônibus e consegui ir sentado. Foi muito bom. O ônibus foi esvaziando e vagou o lugar do meu lado. Ninguém sentou apesar de ter algumas pessoas em pé. De repente subiu no ônibus um sujeito muito estranho. Sem camisa, com uma garrafa de Deus sabe o que na mão, e com os olhos bem vermelhos. E para meu desespero sentou-se do meu lado.
Fiquei com medo, como todos no ônibus. Eu continuei a ler meu livro e orando para Deus:
- Deus do CÉU. Me ajuda! Me protege desse homem! - De verdade parecia que a qualquer momento ele iria tirar uma faca do bolso sujo e rasgado e ia matar todo mundo do ônibus. E eu orei com tanta fé que Deus respondeu. E Ele me falou:
- Fica calmo, respira fundo, e finja que nada está acontecendo. Quando você sair você vai levantar e dizer ainda para ele. "Que Deus o abençoe."
Eu na hora falei:
- Você tá doido Deus? Esse homem vai é me matar se eu falar um troço desses para ele!
Mas me segurei e fiquei do lado do homem fingindo não ver seu olhar vermelho, de vez em quando se voltando para mim e cheirando o conteúdo da garrafa.
O ônibus foi esvaziando até que ficou só eu e o rapaz no ônibus. E eu não sai do lado dele.
Chegou meu ponto e quando fui levantar para sair o homem se levantou com um sorriso e falou para mim:
- Deus o abençoe moço.
Eu surpreso me virei para ele também com um sorriso e falei para ele:
- Que Deus o abençoe muito também.

O segundo grande ensinamento foi quando voltando para casa no mesmo ônibus tinha conseguido um lugar para sentar. Eu estava preocupado com meus problemas pessoais e pensando que Deus talvez deveria ter se afastado um pouquinho para eu aprender algumas lições.   Quando de repente vi duas senhoras entrando no ônibus.  O ônibus estava lotado. E vários jovens estavam sentados nas cadeiras reservadas para idosos.  Minha consciência pesou, mesmo eu estando em cadeira comum. Eu fui e ofereci lugar para uma das senhoras. A outra infelizmente iria ficar de pé. Eu fui e falei para ela:
- Me desculpe senhora. Mas se eu tivesse dois lugares para oferecer. Ofereceria para a senhora também.
Ela sorriu e agradeceu. E falou que ficou sentada o dia inteiro e que preferia mesmo ficar em pé.
Logo ela olhou o livro que eu estava lendo. Um romance espirita "Tudo Valeu a Pena" de Zibia Gasparetto.
Sei que eu já esperava a velha repreensão que costume receber quando as pessoas veem meu livro espirita.
Mas não, ela se virou para a amiga dela sentada com um sorriso e falou:
- Olha, ele está lendo o livro que você acabou de ler.
E a outra falou:
- Foi por isso que ele foi tão gentil e se levantou.
Eu me senti com os elogios. E mais ainda por alguém reconhecer tanta coisa boa que existe nos livros espiritas. O que não é comum.
Pois comecei a engajar uma conversa com a senhora falando que o livro me ensina tanta coisa boa e que não era comum alguém reconhecer que ele é tão bom assim. Que muitos tem preconceito pelas coisas que os pastores costumam falar sobre a doutrina espirita. Falei que sou evangélico e que frequento a igreja, mas não vejo mau nenhum nisso.
E ela rindo falou:
- Meu filho, agente tem que pegar as coisas boas da vida. E o resto joga fora. Eu também sou evangélica e leio livros espiritas. Decidi pegar as coisas boas de cada um. E o resto que não serve para mim simplesmente não aproveito. Deus mostrou para mim que não devemos nos prender a preconceitos. Temos é que viver, porque a  vida é curta demais para gente ficar sofrendo pelo o que os outros pensam ou deixam de pensar.
Eu consegui comprar minha casa e estava feliz, me sentindo realizada e muito feliz com a minha vida. E orava para Deus, sabendo que viria outra prova, mas pedia para ele me mandar qualquer coisa, menos câncer  Pois pensava que eu era muito forte, mas com o câncer eu era muito fraca. Mas foi isso mesmo que Deus me mandou.
Passei por muita dificuldade, fiquei irreconhecível por muitos meses. Mas não fraquejei como pensava que iria fraquejar. Em vez de ficar me lamentando e chorando eu percebi como Deus era bom. Me dando algo tão difícil de suportar para mostrar que com Ele eu era forte em qualquer situação.
Deus não dá carga maior do que você consegue suportar não. Agente é que de vez em quando faz manha por coisas atoas. Agente vem no mundo é pra gente ser feliz. E não é porque algumas coisas difíceis acontecem algumas vezes é que devemos chorar e nos entristecer.  Muitas coisas que achamos que são ruins vem para o bem.
Hoje eu vim no medico ao lado da minha amiga para receber o resultado do médico se estou curada ou não. Qualquer um ficaria nervosa por não ter sido atendida na hora. Por ter ficado lá desde as dez na manhã até as agora ( sete da noite). Mas eu consegui ver que era por uma boa causa. Poderia ter ficado lá e esperado mais tempo para ser atendida. Mas decidi vir embora naquele horário para pegar esse ônibus  com você e poder te passar essa mensagem que Deus quer te passar.
Imagina se eu tivesse sido atendida na hora certa? Ou se ficasse lá esperando os quinze minutos que faltava para o médico me atender? Talvez não iria te contar essa história e te dar força para seguir em frente sua vida.
Deus tem tudo planejado na nossa vida. Tim-tim por tim-tim para agente ser feliz. É nos que não temos paciência ou somos cegos para enxergar tão bom Ele é.
Nunca reclame dos problemas que Deus te dá. Esses problemas  é chave que Ele te da para ficar mais perto dele. Aceite como um presente.
Quando ela foi embora e estava sozinho no ônibus do João Braz chegando em casa, eu percebi que nunca estou sozinho naquele ônibus  Eu senti que Ele sempre está comigo, me ensinando, me ajudando.


quinta-feira, 11 de abril de 2013

Eu precisava saber de onde veio o nome Orkut!


     Orkut Büyükkökten nascido em 06 de fevereiro de 1975 é um engenheiro de software turco que desenvolveu a rede social Orkut. Nascido na cidade Konya, na Turquia Orkut obteve um bacharelado em Engenharia da Computação e Ciências da Informação pela Universidade de Bilkent em Ancara. 
      Sua primeira rede social criada na verdade foi a Nexus Clube, no outono de 2001. Foi um sistema construído para atender às necessidade de rede e comunicação da comunidade online da Faculdade de Stanford.  Os alunos podem utilizar o Clube Nexus para enviar e-mails e convites, chats, eventos,  compras e vendas, busca de pessoas com interesses semelhantes, mostrar a sua arte ou colunas editoriais. 
Depoi de começar a trabalhar na Google, Orkut decidiu usar seu tempo para desenvolver uma outra rede social. 
"Meu sonho era conectar todos usuários da internet para que eles possam relacionar com o outros. Isso pode fazer uma diferença na vida das pessoas". A gerente Marissa Mayer que pensou em nomear o serviço com o nome de seu criador. "Orkut.com". 
Atualmente Orkut Büyükkökten é um gerente de produtos da Google. Ele também é um massagista certificado, um dançarino de salão ávido e gosta de fazer fondue de chocolate.

Ele tem facebook.



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Eu precisava saber sobre Yoani Sánchez


Vendo ontem o programa Fantástico da rede Globo eu vi um noticia sobre uma blogueira de Cuba que vinha para o Brasil e tinha sido vitimas de protestos contra ela. E eu me perguntei: Porque? E fui ver quem é ela primeiramente.




Yoani Sánchez (Havana, 4 de setembro de 1975) é uma filóloga e jornalista cubana. Licenciada em Filologia em 2000 na Universidade de Havana, alcançou fama internacional e numerosos prêmios por seus artigos e suas críticas da situação social em Cuba sob o governo de Fidel Castro e de seu sucessor, Raúl Castro.


É conhecida por seu blog Generación Y, editado desde abril de 2007, com dificuldades, porque não pode acessá-lo de casa, e, por isso, definiu-se como uma blogueira "cega". A revista Time a incluiu em sua lista de "cem pessoas mais influentes de 2008", dizendo que "debaixo do nariz de um regime que nunca tolerou dissensão, Sánchez exerce um direito não garantido aos jornalistas que trabalham com papel: liberdade de expressão".


Yoani Sánchez Cordero Maria nasceu no município de Centro Habana, na cidade de Havana, uma das duas filhas de William e Mary Eumelia Sánchez Cordero. Seu pai trabalhava na rede ferrroviária do Estado, como o avô tinha feito antes, primeiro como operário e depois como um engenheiro. Quando o sistema de transporte ferroviário de Cuba entrou em colapso após o fim do comunismo na Europa, William Sanchez ficou sem trabalho, assim como muitos de seus colegas e, com isto, mudou para o ramo da reparação de bicicletas.
Frequentou a escola e fez seus estudos secundários em Centro Habana, incluindo a assistência às escolas de campo onde, como mencionado em seu artigo "O Hobbit Hole", a falta de individualidade e privacidade se tornou insuportável. Foram anos difíceis para a economia cubana, coincidindo com o colapso da União Soviética e da perda dos subsídios a Cuba, que tinha assumido cerca de oitenta por cento do comércio internacional em Cuba, durante quase três décadas.
Yoani conheceu o marido, o jornalista Reinaldo Escobar, em 1993 e em 1995 tiveram um filho chamado Matt. Desde então eles vivem juntos em um apartamento em Havana.
Em 1995 iniciou o curso de Filologia Hispânica, na Faculdade de Letras e Artes, da Universidade de Havana. Durante a passagem pela universidade ela percebeu duas coisas:"que detestava o mundo da intelectualidade e da alta cultura, não queria mais ser filóloga." Em 2000 ela se formou na Universidade de Havana, com o título de Filologia, e uma tese controversa: Um estudo da literatura da ditadura na América Latina. Em setembro de 2000 ela conseguiu um emprego na Editora Gente Nueva, dedicada à literatura infantil. Depois de um curto período de tempo na editora, pediu demissão e passou a ensinar espanhol a turistas alemães, com um rendimento superior ao anterior. Muitos profissionais graduados cubanos, por causa da crise e falta de oportunidades, adotaram caminhos semelhantes. Em 2002, Yoani decidiu deixar Cuba por razões econômicas e emigrou para a Suíça, onde descobriu o computador como uma profissão e meio de subsistência.
Entretanto, em 2004 Yoani retornou a Cuba. Na entrada do blog "Eu vim e fiquei", ela relatou que voltou para a ilha por razões familiares, mas havia perdido o seu direito de regressar a Cuba por ter ficado fora por mais de onze meses sem uma licença especial. Para evitar a expulsão de seu próprio país ela destruiu seu passaporte, que lhe permitiu voltar a estabelecer-se em Havana.
Em 2009 a Editora Contexto publicou uma coletânea de seus textos, chamada De Cuba, com carinho.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Mais uma história bonita que devemos ler

Idoso pede amiga em casamento só depois de 65 anos por 'vergonha'.

Depois de ficar 65 anos separado, um casal da região de West Midlands, na Inglaterra, que se conheceu em 1947, irá finalmente se casar, depois que se encontraram em uma reunião de ex-alunos há cerca de dois anos. “Vou me casar com a garota que conheci na escola”, disse Robert Hale ao jornal “Mirror”.


Robert, um rapaz muito tímido, tinha uma paixão secreta por sua colega de sala Carole Fox, mas nunca teve coragem de revelar seus sentimentos. Depois de quase sete décadas, Carole deu ao futuro companheiro seu número de telefone em 2010, porém Robert precisou de dois anos e outra reunião de colégio, em abril deste ano, para finalmente chamá-la para sair.
Os idosos, ambos viúvos e com 69 anos, combinaram de sair e finalmente irão se casar nesta sexta-feira (28), a pouco mais de 3 Km da escola onde se conheceram aos quatro anos de idade. Carole contou que não sabia que Hale tinha uma paixão secreta por ela, e que eram apenas amigos no colégio. “Depois de sair com Robert algumas vezes, sabia que havia algo ali”, contou ao jornal.